ATITUDES QUE DRENAM ENERGIAS
1. Pensamentos obsessivos - Pensar gasta energia, e todos nós sabemos disso. Ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho físico. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos - mal comum ao homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando a energia que poderia ser convertida em atitudes concretas, além de alimentar ainda mais os conflitos. Não basta estar atento ao volume de pensamentos, é preciso prestar atenção à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados podem recarregar as energias, enquanto o pessimismo consome energia e atrai mais negatividade para nossas vidas.
2. Sentimentos tóxicos - Choques emocionais e raiva intensa também esgotam as energias, assim como ressentimentos e mágoas nutridos durante anos seguidos. Não é à toa que muitas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas. Isso acontece quando a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade é gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo e culpa também gastam energia, e a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima, a alegria e o bom-humor recarregam as energia e dão força para empreender nossos projetos e superar os obstáculos.
3. Maus hábitos, falta de cuidado com o corpo - Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer são sempre colocados em segundo plano. A rotina corrida, os vícios e a competitividade fazem com que haja negligência em relação a aspectos básicos para a manutenção da saúde energética.
4. Fugir do presente - As energias são colocadas onde a atenção é focada. O homem tem a tendência de achar que no passado as coisas eram mais fáceis: “bons tempos aqueles!”, costumam dizer. Tanto os saudosistas, que se apegam às lembranças do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas, colocam suas energias no passado. Por outro lado, os sonhadores ou as pessoas que vivem esperando pelo futuro, depositando nele sua felicidade e realização, deixam pouca ou nenhuma energia no presente. E é apenas no presente que podemos construir nossas vidas.
5. Falta de perdão - Perdoar significa soltar ressentimentos, mágoas e culpas. Libertar o que aconteceu e olhar para frente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos, gastando menos energia ao alimentar as feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres, abertos para a felicidade. Quem não sabe perdoar os outros e si mesmo, fica ”energeticamente obeso”, carregando fardos passados.
6. Mentira pessoal - Todos mentem ao longo da vida, mas para sustentar as mentiras muita energia é gasta. Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos: a mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, o mártir e o intelectual. Quando somos nós mesmos, a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço.
7. Viver a vida do outro - Ninguém vive só e, por meio dos relacionamentos interpessoais, evoluímos e nos realizamos, mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, é a frustração.
8. Bagunça e projetos inacabados - A bagunça afeta muito as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque legal quando a vida anda confusa é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa e os documentos, além de fazer uma faxina no que está sujo. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem nossa mente e coração. Pode não resolver o problema, mas dá alívio. Não terminar as tarefas é outro “escape” de energia. Todas as vezes que você vê, por exemplo, aquele trabalho que não concluiu, ele lhe “diz” inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou!” Isso gasta uma energia tremenda. Ou você a termina ou livre-se dela e assuma que não vai concluir o trabalho. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da terminação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão seu tempo e energia.
9. Afastamento da natureza - A natureza, nossa maior fonte de alimento energético, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energia. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais.
Todos os dias, quando você acorda e abre os olhos pela manhã, você ganha o maior de todos os prêmios, você novamente inicia um novo dia. Vamos viver esse dia que se inicia com toda intensidade e otimismo. (Essa foto é de uma flor chamada Angélica)
sexta-feira, 11 de março de 2011
Encerrando ciclos...
Encerrando Ciclos
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos - não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Não queira ser esperto, caso contrário, você permanecerá sempre o mesmo, nunca mudará. Soluções de conciliação nos caminhos do amor, e na senda da meditação, criarão muita confusão em você. Elas não ajudarão...
Como pedir ajuda vai contra o ego, você tenta acomodar uma situação fazendo concessões. Esse acerto será mais perigoso, ele o desorientará mais, porque, feito com base em coisas mal esclarecidas, só poderá confundir tudo ainda mais.
Desse modo, tente entender primeiro o motivo pelo qual você parece estar sempre pronto para fazer concessões. Mais cedo ou mais tarde, você será capaz de compreender que fazer concessões não adianta. A concessão pode ser uma maneira de você não ser obrigado a optar entre caminhos alternativos, ou pode ser apenas a repressão da sua confusão. Isso acabará virando um hábito. Nunca reprima nada, seja muito claro a respeito do que está sentindo. E se você estiver confuso, procure ter consciência disso. Esta será a primeira coisa claramente definida a seu respeito: que você está confuso.
Assim, você terá dado início à caminhada.
Osho Dang Dang Doko Dang Chapter 4
Comentário:
Nas cortes do Japão antigo, os serviçais masculinos eram, com freqüência, escolhidos entre as fileiras dos pequenos delinqüentes, que eram castrados. Em razão da familiaridade íntima que tinham com as atividades palacianas, esses serviçais estavam freqüentemente no centro das intrigas políticas e sociais, e exerciam muito poder nos bastidores.
As duas figuras desta carta nos trazem à lembrança as situações delicadas e conspiratórias em que podemos nos meter quando fazemos concessões no que se refere à nossa própria verdade. Uma coisa é encontrar-se com o outro a meio caminho, compreender um ponto de vista diferente do nosso e trabalhar no sentido de harmonizar forças contrárias. Coisa muito diferente é ceder à pressão e trair a nossa própria verdade. Se olharmos a fundo o que ocorre neste último caso, descobriremos que normalmente estamos tentando tirar proveito de alguma coisa -- quer se trate de poder, ou da aprovação de outras pessoas. Se se sentir tentado, cuidado: as recompensas por esse tipo de concessão deixam sempre um gosto amargo na boca.
Como pedir ajuda vai contra o ego, você tenta acomodar uma situação fazendo concessões. Esse acerto será mais perigoso, ele o desorientará mais, porque, feito com base em coisas mal esclarecidas, só poderá confundir tudo ainda mais.
Desse modo, tente entender primeiro o motivo pelo qual você parece estar sempre pronto para fazer concessões. Mais cedo ou mais tarde, você será capaz de compreender que fazer concessões não adianta. A concessão pode ser uma maneira de você não ser obrigado a optar entre caminhos alternativos, ou pode ser apenas a repressão da sua confusão. Isso acabará virando um hábito. Nunca reprima nada, seja muito claro a respeito do que está sentindo. E se você estiver confuso, procure ter consciência disso. Esta será a primeira coisa claramente definida a seu respeito: que você está confuso.
Assim, você terá dado início à caminhada.
Osho Dang Dang Doko Dang Chapter 4
Comentário:
Nas cortes do Japão antigo, os serviçais masculinos eram, com freqüência, escolhidos entre as fileiras dos pequenos delinqüentes, que eram castrados. Em razão da familiaridade íntima que tinham com as atividades palacianas, esses serviçais estavam freqüentemente no centro das intrigas políticas e sociais, e exerciam muito poder nos bastidores.
As duas figuras desta carta nos trazem à lembrança as situações delicadas e conspiratórias em que podemos nos meter quando fazemos concessões no que se refere à nossa própria verdade. Uma coisa é encontrar-se com o outro a meio caminho, compreender um ponto de vista diferente do nosso e trabalhar no sentido de harmonizar forças contrárias. Coisa muito diferente é ceder à pressão e trair a nossa própria verdade. Se olharmos a fundo o que ocorre neste último caso, descobriremos que normalmente estamos tentando tirar proveito de alguma coisa -- quer se trate de poder, ou da aprovação de outras pessoas. Se se sentir tentado, cuidado: as recompensas por esse tipo de concessão deixam sempre um gosto amargo na boca.
terça-feira, 8 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
Pequeno Príncipe (trecho)
E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos.
E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens necessidade de mim.
E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho que se voltou mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho.
Tu és bem bonita.
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o princípe, estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa.
Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- O que quer dizer cativar ?
- Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
- Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa.
Significa criar laços...
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos.
E eu não tenho necessidade de ti.
E tu não tens necessidade de mim.
sábado, 5 de março de 2011
Desapego...Li e gostei muito...queria dividir com vcs...
Essas últimas semanas venho tentando exercitar algo muito difícil.
O desapego.
Me prendo demais as coisas, acontecimentos, palavras ditas, escritas e principalmente as pessoas...
Preciso aprender a deixar as coisas “irem”...
Aprender que desapegar não é indiferença.
Entender que desapegar é uma forma de amar, mas também uma forma de auto-defesa.
Bom... a verdade é que o desapego parece fácil, mas não é...
Passeando por essa blogosfera achei um texto de uma psicologa portuguesa que consegue explicar um pouco mais sobre esse"bicho de sete cabeças" que anda tirando meu sono...
"Desapegar-me não quer dizer parar de querer ou importar-me, quer dizer não posso fazer por outra pessoa.
Desapegar-me não é cortar relações, é a realização de que não posso controlar outra pessoa.
Desapegar-me não é facilitar, mas deixar os outros aprender pelas naturais consequências.
Desapegar-me é admitir impotência, o que quer dizer o resultado ou êxito final não está nas minhas mãos.
Desapegar-me não é tentar mudar ou culpar outra pessoa, eu só posso mudar a mim próprio.
Desapegar-me não é tomar conta de outra pessoa, mas importar-me com ela.
Desapegar-me não é compor ou mudar outra pessoa, mas dar apoio e amparo.
Desapegar-me não é julgar, mas deixar outra pessoa ser humana.
Desapegar-me não é estar no meio a arranjar todos os resultados ou êxitos finais, mas deixar os outros afectar os seus próprios resultados ou êxitos finais.
Desapegar-me não é ser protectora, é deixar ou permitir outra pessoa encarar a sua realidade.
Desapegar-me não é censurar, repreender, descompor, gritar, ralhar ou disputar, mas pesquisar o meu temperamento e carácter e corrigi-lo.
Desapegar-me não é ajustar tudo ao meu desejo e gosto, mas aceitar cada dia como ele me venha e acarinhar cada momento.
Desapegar-me não é criticar e regular ninguém, mas tentar ser a melhor pessoa possível. Não é procurar a pessoa certa. É ser a pessoa certa.
Desapegar-me não é estar arrependido do passado, mas aprender dele, crescer e mudar para um futuro melhor"
(Sylvie Shene)
O desapego.
Me prendo demais as coisas, acontecimentos, palavras ditas, escritas e principalmente as pessoas...
Preciso aprender a deixar as coisas “irem”...
Aprender que desapegar não é indiferença.
Entender que desapegar é uma forma de amar, mas também uma forma de auto-defesa.
Bom... a verdade é que o desapego parece fácil, mas não é...
Passeando por essa blogosfera achei um texto de uma psicologa portuguesa que consegue explicar um pouco mais sobre esse"bicho de sete cabeças" que anda tirando meu sono...
"Desapegar-me não quer dizer parar de querer ou importar-me, quer dizer não posso fazer por outra pessoa.
Desapegar-me não é cortar relações, é a realização de que não posso controlar outra pessoa.
Desapegar-me não é facilitar, mas deixar os outros aprender pelas naturais consequências.
Desapegar-me é admitir impotência, o que quer dizer o resultado ou êxito final não está nas minhas mãos.
Desapegar-me não é tentar mudar ou culpar outra pessoa, eu só posso mudar a mim próprio.
Desapegar-me não é tomar conta de outra pessoa, mas importar-me com ela.
Desapegar-me não é compor ou mudar outra pessoa, mas dar apoio e amparo.
Desapegar-me não é julgar, mas deixar outra pessoa ser humana.
Desapegar-me não é estar no meio a arranjar todos os resultados ou êxitos finais, mas deixar os outros afectar os seus próprios resultados ou êxitos finais.
Desapegar-me não é ser protectora, é deixar ou permitir outra pessoa encarar a sua realidade.
Desapegar-me não é censurar, repreender, descompor, gritar, ralhar ou disputar, mas pesquisar o meu temperamento e carácter e corrigi-lo.
Desapegar-me não é ajustar tudo ao meu desejo e gosto, mas aceitar cada dia como ele me venha e acarinhar cada momento.
Desapegar-me não é criticar e regular ninguém, mas tentar ser a melhor pessoa possível. Não é procurar a pessoa certa. É ser a pessoa certa.
Desapegar-me não é estar arrependido do passado, mas aprender dele, crescer e mudar para um futuro melhor"
(Sylvie Shene)
sexta-feira, 4 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Policie suas palavras.
Evite termos impróprios e anedotas pesadas.
Lembre-se de que tudo o que dizemos permanece
em nossa atmosfera mental,
atraindo aqueles que pensam da mesma forma,
e que passarão a formar o círculo comum em redor de nós.
Não ofenda com palavras baixas os Anjos de Deus,
que se afastarão de você horrorizados.
A boa educ...ação se manifesta também
através das palavras que partem de nós.
Evite termos impróprios e anedotas pesadas.
Lembre-se de que tudo o que dizemos permanece
em nossa atmosfera mental,
atraindo aqueles que pensam da mesma forma,
e que passarão a formar o círculo comum em redor de nós.
Não ofenda com palavras baixas os Anjos de Deus,
que se afastarão de você horrorizados.
A boa educ...ação se manifesta também
através das palavras que partem de nós.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Fácil e difícil
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,
Difícil é segui-las...
Carlos Drummond de Andrade
Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,
Difícil é segui-las...
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
*Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"*
*Crônica de Luiz Fernando Veríssimo sobre o "BBB"*
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB),
produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos
chegar ao fundo do poço...A décima terceira (está indo longe!) edição do BBB
é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,
encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa
modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu
fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente
pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas,
heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por
Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que
quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou
heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE..
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele
prometeuum*“zoológico humano divertido”
* . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de
clichês e figuras típicas.
* Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor
como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se
submete a ser apresentador de um programa desse nível.
Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem
sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão
cedo.*
*Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da
cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
*
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB),
produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos
chegar ao fundo do poço...A décima terceira (está indo longe!) edição do BBB
é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,
encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa
modesta inteligência.
Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu
fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente
pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo.
Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas,
heteros... todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por
Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que
quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou
heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE..
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele
prometeuum*“zoológico humano divertido”
* . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de
clichês e figuras típicas.
* Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor
como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se
submete a ser apresentador de um programa desse nível.
Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem
sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão
cedo.*
*Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da
cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
*
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Nossa missão na Terra é descobrir nosso próprio caminho. Nunca seremos felizes se vivermos um tipo de vida idealizado por outra pessoa. (James Van Praagh)
Ame muitas coisas, porque em amar está a verdadeira força. Quem ama muito conquistará muito, e o que for feito com amor estará bem feito. (Vincent Van Gogh)
A religião organizada é uma vigarice e uma muleta para mentes débeis que necessitam força para formar parte de um grande grupo. (Jesse Ventura, ex-governador de Minessota)
O senso comum não é tão comum. (Voltaire)
Quando tenho que elegir entre dois males, sempre escolho aquele que ainda não provei. (Mae West)
O mundo está cheio de pessoas que desde a infância nunca entraram por uma porta aberta com a mente aberta. (E. B. White)
O amanhã não me dá medo, porque vi ontem e me encanta o hoje. (William Allen White)
Esperar que a vida lhe trate bem porque você é uma boa pessoa é como esperar que um touro não te ataque porque é vegetariano. (Dennis Wholey)
Todo mundo quer ir com você na limosine, mas o importante é ter alguém disposto lhe acompanhar no ônibus quando a limosine quebrar. (Oprah Winfrey)
Qual a diferença entra a apatia e a ignorância? Não sei e não me importa.
Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver. (Theodore Roosevelt)
Ser distraído é buscar o cavalo em que se está montando. (ditado russo)
No mundo da ciência muitas vezes se escuta um cientista dizer "Esse é um bom pensamento. Minha teoria estava errada", e mudar o enfoque para descobrir coisas novas. No entando, não me lembro a última vez em que um político ou um religiosos tenha dito o mesmo. (Carl Sagan)
Uma pessoa é capaz de conseguir qualquer coisa se o seu entusiasmo não tiver limites. (Charles Schwab)
O amor é como um relógio de areia, enquanto se enche o coração, o cérebro se esvazia.
A religião é um pouco verdadeira para os pobres, falsa para os sábios e útil para os dirigentes. (Seneca)
Ame muitas coisas, porque em amar está a verdadeira força. Quem ama muito conquistará muito, e o que for feito com amor estará bem feito. (Vincent Van Gogh)
A religião organizada é uma vigarice e uma muleta para mentes débeis que necessitam força para formar parte de um grande grupo. (Jesse Ventura, ex-governador de Minessota)
O senso comum não é tão comum. (Voltaire)
Quando tenho que elegir entre dois males, sempre escolho aquele que ainda não provei. (Mae West)
O mundo está cheio de pessoas que desde a infância nunca entraram por uma porta aberta com a mente aberta. (E. B. White)
O amanhã não me dá medo, porque vi ontem e me encanta o hoje. (William Allen White)
Esperar que a vida lhe trate bem porque você é uma boa pessoa é como esperar que um touro não te ataque porque é vegetariano. (Dennis Wholey)
Todo mundo quer ir com você na limosine, mas o importante é ter alguém disposto lhe acompanhar no ônibus quando a limosine quebrar. (Oprah Winfrey)
Qual a diferença entra a apatia e a ignorância? Não sei e não me importa.
Faça o que puder, com o que tiver, onde estiver. (Theodore Roosevelt)
Ser distraído é buscar o cavalo em que se está montando. (ditado russo)
No mundo da ciência muitas vezes se escuta um cientista dizer "Esse é um bom pensamento. Minha teoria estava errada", e mudar o enfoque para descobrir coisas novas. No entando, não me lembro a última vez em que um político ou um religiosos tenha dito o mesmo. (Carl Sagan)
Uma pessoa é capaz de conseguir qualquer coisa se o seu entusiasmo não tiver limites. (Charles Schwab)
O amor é como um relógio de areia, enquanto se enche o coração, o cérebro se esvazia.
A religião é um pouco verdadeira para os pobres, falsa para os sábios e útil para os dirigentes. (Seneca)
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Celebre, cada novo dia;
Cultive tudo o que você recebeu de bom;
Entre em contato com você! Toque-se, ame-se, esteja em paz consigo mesmo;
Seja criativo! A criatividade sempre ajuda;
Planeje! Não ande sem rumo;
Tenha metas, alcançáveis;
Abra portas novas! Sem medo;
Trabalhe! Com afinco;
Nunca desista! Só se perde quando se desiste;
Lute! Nada nos é dado de graça e, se for, talvez não tenha valor;
Relaxe! Você precisa;
Brinque! Você precisa de alegria;
Encante-se!Nunca perca o prazer de se encontrar;
Aprenda! Com certeza ainda há muito que aprender;
Sonhe! A vida não é nada sem eles;
Busque! Procure com ardor o que deseja;
Seja Feliz! Isso depende de você, muito mais do que você imagina.
Cultive tudo o que você recebeu de bom;
Entre em contato com você! Toque-se, ame-se, esteja em paz consigo mesmo;
Seja criativo! A criatividade sempre ajuda;
Planeje! Não ande sem rumo;
Tenha metas, alcançáveis;
Abra portas novas! Sem medo;
Trabalhe! Com afinco;
Nunca desista! Só se perde quando se desiste;
Lute! Nada nos é dado de graça e, se for, talvez não tenha valor;
Relaxe! Você precisa;
Brinque! Você precisa de alegria;
Encante-se!Nunca perca o prazer de se encontrar;
Aprenda! Com certeza ainda há muito que aprender;
Sonhe! A vida não é nada sem eles;
Busque! Procure com ardor o que deseja;
Seja Feliz! Isso depende de você, muito mais do que você imagina.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Para perdoar, considere o adversário igual a você.
Viva sem mágoas.
A mágoa, o ressentimento, tornam a imagem do adversário
sempre presente, acompanhando-o por onde for.
O perdão liberta, desprende o adversário da sua mente.
Transforma-o em uma entre as demais pessoas
que você gosta e, com isso, desaparece a
desigualdade e o estado de desconforto.
Para perdoar, considere o adversário igual a você.
Tem qualidades. Exalte-as.
O perdão sincero é uma acertada receita de paz.
Autor Lourival Lopes
Viva sem mágoas.
A mágoa, o ressentimento, tornam a imagem do adversário
sempre presente, acompanhando-o por onde for.
O perdão liberta, desprende o adversário da sua mente.
Transforma-o em uma entre as demais pessoas
que você gosta e, com isso, desaparece a
desigualdade e o estado de desconforto.
Para perdoar, considere o adversário igual a você.
Tem qualidades. Exalte-as.
O perdão sincero é uma acertada receita de paz.
Autor Lourival Lopes
Texto para refletir...
"Hoje levantei cedo pensando no que tenho
a fazer antes que o relógio marque meia noite
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje
Posso reclamar porque está chovendo
ou agradecer às águas por lavarem a poluição
Posso ficar triste por não ter dinheiro
ou me sentir encorajado para administrar
minhas finanças, evitando o desperdício
Posso reclamar sobre minha saúde
ou dar graças por estar vivo
Posso me queixar dos meus pais por não
terem me dado tudo o que eu queria
ou posso ser grato por ter nascido
Posso reclamar por ter que ir trabalhar
ou agradecer por ter trabalho
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a vida
Posso lamentar decepções com amigos
ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades
Se as coisas não saíram como planejei
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim."
(Charles Chaplin)
"Hoje levantei cedo pensando no que tenho
a fazer antes que o relógio marque meia noite
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje
Posso reclamar porque está chovendo
ou agradecer às águas por lavarem a poluição
Posso ficar triste por não ter dinheiro
ou me sentir encorajado para administrar
minhas finanças, evitando o desperdício
Posso reclamar sobre minha saúde
ou dar graças por estar vivo
Posso me queixar dos meus pais por não
terem me dado tudo o que eu queria
ou posso ser grato por ter nascido
Posso reclamar por ter que ir trabalhar
ou agradecer por ter trabalho
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a vida
Posso lamentar decepções com amigos
ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades
Se as coisas não saíram como planejei
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim."
(Charles Chaplin)
Pessoas com comportamento explosivo
Ao longo de nossa vida, provavelmente esbarramos, ou, ainda, corremos o risco de esbarrar com pessoas que parecem levar uma carga de dinamite embaixo dos braços. E que não se tratam dos cupinchas do Bin Laden e nem dos homens-bombas, que explodem em prol da causa palestina, mas sim de indivíduos que estão sempre prestes a reagir como se fossem um deles: ao menor sinal de divergência detonam a carga explosiva e, sem cerimônia, mandam tudo para os ares. Pessoas conhecidas, principalmente nas rodinhas de conversa que se formam nas suas costas, como o famoso "pavio curto".
Para ilustrar a questão, podemos dizer que as criaturas de pavio curto são aquelas que, ao notarem que não estão agradando, sacam imediatamente as duas pedras que trazem na manga para qualquer eventualidade. Coisa que, no caso dessas pessoas, nunca falta. Nem que a eventualidade seja fabricada. "Eu namorava um cara que bastava eu dizer que era azul e ele achar que era verde, que começava uma discussão. E estas brigas sempre começavam por motivos fúteis e evoluíam para a lavação de roupa suja", relata a arquiteta Vivian Britto.
Ninguém gosta de ser vítima de um bombardeio, principalmente se os motivos forem os mais tolos possíveis. Acontece que essa personalidade inflamável pode ser um disfarce inconsciente para mascarar problemas e dificuldades. O publicitário Rômulo Cardoso assume que carrega dentro de si uma dinamite acesa. "Eu sei que exagero às vezes e atribuo essas minhas reações a um conjunto de fatores como pouca paciência, estresse, excesso de trabalho... Mas tenho tentado me controlar para não ficar com fama de grosso e maluco", confessa ele. A psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari afirma que esse comportamento pode estar realmente ligado a problemas pelos quais a pessoa esteja passando. "Problemas em geral geram muitas tensões e é comum as pessoas utilizarem "válvulas de escape" para tentar diminuir a tensão. Algumas choram, outras se isolam, outras tantas praticam exercícios físicos, outras comem em demasia e outras ainda arrumam brigas e confusões apenas para aliviar a tensão por meio de uma discussão", descreve ela.
No entanto, desfrutar da companhia desses, que devem se achar os próprios "deuses da chuva", já que por qualquer coisinha saem logo fechando o tempo, não é fácil. "É muito chato ter que conviver com gente que nos obriga a pisar em ovos o tempo todo. Meu namorado é assim, nunca sei se vou agradar ou não. Ele faz tempestade em copo d' água até pelo filme que vamos assistir, é uma eterna batalha nosso convívio", desabafa a gerente de marketing Tatiana Souza Dantas. Segundo a psicóloga Olga Inês, não são apenas as dificuldades do cotidiano que colaboram para o eminente show de raios e trovões do nervosinho. "O pavio curto de algumas pessoas se deve à educação familiar. Geralmente, são pessoas criadas sem limites, que tiveram sempre os seus desejos satisfeitos e que, por isso, têm dificuldade de lidar com os limites da vida. Não costumam ser contrariadas e, quando são, não sabem lidar com a contrariedade ou com a frustração", explica a psicóloga.
E o que fazer para convencer estas seres humanos que estamos em franco processo de desarmamento mundial? A psicóloga responde que o primeiro passo é tomar consciência de que nem tudo é como gostaríamos que fosse. "A pessoa tem que entender que problemas existem para serem resolvidos e que provocar brigas por nada gera ainda mais problemas no relacionamento com as pessoas em geral, o que pode fazer com que elas evitem estar na presença da pessoa de pavio curto, provocando um isolamento forçado", avalia Olga Tessari, complementando que um acompanhamento psicológico para estas pessoas que não sabem lidar com a contrariedade também é bem-vindo.
Portanto, se você é obrigado a conviver com alguém com esse perfil, ou escolheu isso para si, sua função é procurar não alimentar brigas, esperar a pessoa esfriar a cabeça e na hora de conversar, para mostrar que ela está exagerando, é bom já ter se embriagado de generosas doses de paciência (dupla e com gelo). Assim, quem sabe, você ganha a parada...
Ao longo de nossa vida, provavelmente esbarramos, ou, ainda, corremos o risco de esbarrar com pessoas que parecem levar uma carga de dinamite embaixo dos braços. E que não se tratam dos cupinchas do Bin Laden e nem dos homens-bombas, que explodem em prol da causa palestina, mas sim de indivíduos que estão sempre prestes a reagir como se fossem um deles: ao menor sinal de divergência detonam a carga explosiva e, sem cerimônia, mandam tudo para os ares. Pessoas conhecidas, principalmente nas rodinhas de conversa que se formam nas suas costas, como o famoso "pavio curto".
Para ilustrar a questão, podemos dizer que as criaturas de pavio curto são aquelas que, ao notarem que não estão agradando, sacam imediatamente as duas pedras que trazem na manga para qualquer eventualidade. Coisa que, no caso dessas pessoas, nunca falta. Nem que a eventualidade seja fabricada. "Eu namorava um cara que bastava eu dizer que era azul e ele achar que era verde, que começava uma discussão. E estas brigas sempre começavam por motivos fúteis e evoluíam para a lavação de roupa suja", relata a arquiteta Vivian Britto.
Ninguém gosta de ser vítima de um bombardeio, principalmente se os motivos forem os mais tolos possíveis. Acontece que essa personalidade inflamável pode ser um disfarce inconsciente para mascarar problemas e dificuldades. O publicitário Rômulo Cardoso assume que carrega dentro de si uma dinamite acesa. "Eu sei que exagero às vezes e atribuo essas minhas reações a um conjunto de fatores como pouca paciência, estresse, excesso de trabalho... Mas tenho tentado me controlar para não ficar com fama de grosso e maluco", confessa ele. A psicóloga e psicoterapeuta Olga Inês Tessari afirma que esse comportamento pode estar realmente ligado a problemas pelos quais a pessoa esteja passando. "Problemas em geral geram muitas tensões e é comum as pessoas utilizarem "válvulas de escape" para tentar diminuir a tensão. Algumas choram, outras se isolam, outras tantas praticam exercícios físicos, outras comem em demasia e outras ainda arrumam brigas e confusões apenas para aliviar a tensão por meio de uma discussão", descreve ela.
No entanto, desfrutar da companhia desses, que devem se achar os próprios "deuses da chuva", já que por qualquer coisinha saem logo fechando o tempo, não é fácil. "É muito chato ter que conviver com gente que nos obriga a pisar em ovos o tempo todo. Meu namorado é assim, nunca sei se vou agradar ou não. Ele faz tempestade em copo d' água até pelo filme que vamos assistir, é uma eterna batalha nosso convívio", desabafa a gerente de marketing Tatiana Souza Dantas. Segundo a psicóloga Olga Inês, não são apenas as dificuldades do cotidiano que colaboram para o eminente show de raios e trovões do nervosinho. "O pavio curto de algumas pessoas se deve à educação familiar. Geralmente, são pessoas criadas sem limites, que tiveram sempre os seus desejos satisfeitos e que, por isso, têm dificuldade de lidar com os limites da vida. Não costumam ser contrariadas e, quando são, não sabem lidar com a contrariedade ou com a frustração", explica a psicóloga.
E o que fazer para convencer estas seres humanos que estamos em franco processo de desarmamento mundial? A psicóloga responde que o primeiro passo é tomar consciência de que nem tudo é como gostaríamos que fosse. "A pessoa tem que entender que problemas existem para serem resolvidos e que provocar brigas por nada gera ainda mais problemas no relacionamento com as pessoas em geral, o que pode fazer com que elas evitem estar na presença da pessoa de pavio curto, provocando um isolamento forçado", avalia Olga Tessari, complementando que um acompanhamento psicológico para estas pessoas que não sabem lidar com a contrariedade também é bem-vindo.
Portanto, se você é obrigado a conviver com alguém com esse perfil, ou escolheu isso para si, sua função é procurar não alimentar brigas, esperar a pessoa esfriar a cabeça e na hora de conversar, para mostrar que ela está exagerando, é bom já ter se embriagado de generosas doses de paciência (dupla e com gelo). Assim, quem sabe, você ganha a parada...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Mude de Janela! Nossa vida é semalhante a uma casa de muitas janelas, que possibilita contemplar várias paisagens. O problema é que muitos fazem da vida uma casa de uma só janela. E ali, ficam debruçadas, por anos. Quando alguém age assim, o foco de sua atenção fica limitado, impossibilitando-o de ver outros horizontes. Precisamos fechar algumas janelas para que outras sejam abertas... Uma janela que precisa ser fechada é a do ressentimento. A pessoa ressentida perde a confiança no AMOR, não investe em novos RELACIONAMENTOS, fecha as portas para o PERDÃO e tem visão muito negativa da vida. Abra a janela do coração para o PERDÃO. A jjanela do perdão nos faz mais humanos, mais tolerantes, mais cheios de graça e beleza interior e abre para nós a janela do perdão de DEUS. Outra janela que precisa ser fechada é a do medo. Conta-se que, numa terra em guerra, havia um rei que causava espanto. Sempre que fazia prisioneiros, não os matava: levava-os a uma sala onde havia um grupo de arqueiros de um lado e uma imensa janela de ferro do outro, sobre a qual viam-se gravadas figuras de caveiras cobertas de sangue. Nesta sala ele os fazia enfileirar-se em círculo e dizia-lhes, então: - Você podem escolher entre morrerem flechados por meus arqueiros ou saltarem por aquela janela e por mim serem lá trancados.Todos escolhiam serem mortos pelos arqueiros. Ao terminar a guerra, um soldado que por muito tempo servira ao rei dirigiu-se ao soberano:- Senhor, posso lhe fazer uma pergunta?- Diga, soldado.- O que havia por detrás da assustadora janela?- Vá e veja você mesmo.O soldado, então, abre vagarosamente a janela e, à medida em que o faz, raios de sol vão adentrando e clareando o ambiente... E, finalmente, ele descobre, surpreso, que a janela se abria sobre um caminho que conduzia à LIBERDADE!!! Quantas janelas deixamos de abrir pelo medo de arriscar? Contemple a vida, através da janela da coragem a qual proporciona uma visão de conquistas, desafios e VITÓRIAS. Mais uma janela que precisa ser fechada: a do passado. Quem vive debruçado sobre o passado não consegue vislumbrar o futuro. São pessoas que vivem na pré-história, lastimando. Troquemos os 'por quês' da vida (visão do passado) par os 'pra quês' (visão do futuro). Mude para a janela da esperança. Ela nos faz sonhar com dias melhores. Nada pode ser triste quando se tem ESPERANÇA! A esperança é a âncora da alma! Quem quer vencer na vida, precisa ter a reflexão no passado, os pés do presente e os olhos no futuro, e caminhar sempre nessa direção!... Mude de Janela! Você não está só. O Deus da esperança está com você para que seja "rico de esperança" Outra janela significa novos sonhos, novos começos, novos dias.
domingo, 7 de novembro de 2010
Abra todas as janelas que encontrar e as portas também".
Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.
Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado, alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.
Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte- se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
'Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
O mais é nada'"
Persiga um sonho, mas não deixe ele viver sozinho.
Alimente sua alma com amor, cure suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias, deixe-se levar pelas vontades, mas não enlouqueça por elas.
Procure, sempre procure o fim de uma história, seja ela qual for.
Dê um sorriso para quem esqueceu como se faz isso.
Acelere seus pensamentos, mas não permita que eles te consumam.
Olhe para o lado, alguém precisa de você.
Abasteça seu coração de fé, não a perca nunca.
Mergulhe de cabeça nos seus desejos e satisfaça-os.
Agonize de dor por um amigo, só saia dessa agonia se conseguir tirá-lo também.
Procure os seus caminhos, mas não magoe ninguém nessa procura.
Arrependa-se, volte atrás, peça perdão!
Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte- se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se achá-lo, segure-o!
'Circunda-te de rosas, ama, bebe e cala.
O mais é nada'"
TRÊS DESEJOS DE ALEXANDRE:
Por isso ele era chamado de 'O GRANDE'
Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso..
PERANTE A VIDA PODEMOS SER DIFERENTES ENTRE NÓS, MAS PERANTE A MORTE SOMOS TODOS IGUAIS...
Por isso ele era chamado de 'O GRANDE'
Os 3 últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:
1, Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2, Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistado como prata , ouro, e pedras preciosas ;
3, Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.
Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a ALEXANDRE quais as razões desses pedidos e ele explicou:
1, Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2, Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3, Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.
Pense nisso..
PERANTE A VIDA PODEMOS SER DIFERENTES ENTRE NÓS, MAS PERANTE A MORTE SOMOS TODOS IGUAIS...
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Frases
"Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar....
Apesar de todas as conseqüências."
"Quando vejo alguém fazer algo que julgo errado;
cuido para não fazer o mesmo"
(Prof. Kilme Bezerra)
"Fale somente quando suas palavras
forem tão suaves quanto o silencio"
A neve e a tempestade matam as flores,
mas nada podem contra as sementes.
(Khalil Gibran)
"Reze como se tudo dependesse de Deus
e trabalhe como se tudo dependesse de você."
Cardeal Shellman
"Acima de tudo, seja bom. A bondade,
mais do que qualquer outra coisa desarma os homens."
Lacordaire
"Uma longa viagem começa com um único passo."
Lao-Tsé
"Pelo erros dos outros, o homem sensato corrige os seus".
(Oswaldo Cruz)
" É preciso pensar para acertar, calar
para resistir e agir para vencer !"
(Renato Kebl)
"Você pode se lamentar muitas vezes por ter pronunciado uma palavra indelicada,mas nunca por ter pronunciado uma palavra bondosa"
(Bert Estabrook)
"O ódio excita contendas; mas,
o amor cobre todas as transgressões."
(Provérbio de Salomão)
O espírito se enriquece com aquilo que recebe;
o coração com aquilo que dá.
"Nunca a alma humana surge tão forte e nobre como quando renuncia à vingança e ousa perdoar uma ofensa."E.H.Chapin
"Não levante a espada sobre a cabeça de quem te pediu perdão. "
Machado de Assis
"O único homem que não erra é aquele que nunca faz nada"
Roosevelt
"A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender."
Albino Teixeira
Apesar de todas as conseqüências."
"Quando vejo alguém fazer algo que julgo errado;
cuido para não fazer o mesmo"
(Prof. Kilme Bezerra)
"Fale somente quando suas palavras
forem tão suaves quanto o silencio"
A neve e a tempestade matam as flores,
mas nada podem contra as sementes.
(Khalil Gibran)
"Reze como se tudo dependesse de Deus
e trabalhe como se tudo dependesse de você."
Cardeal Shellman
"Acima de tudo, seja bom. A bondade,
mais do que qualquer outra coisa desarma os homens."
Lacordaire
"Uma longa viagem começa com um único passo."
Lao-Tsé
"Pelo erros dos outros, o homem sensato corrige os seus".
(Oswaldo Cruz)
" É preciso pensar para acertar, calar
para resistir e agir para vencer !"
(Renato Kebl)
"Você pode se lamentar muitas vezes por ter pronunciado uma palavra indelicada,mas nunca por ter pronunciado uma palavra bondosa"
(Bert Estabrook)
"O ódio excita contendas; mas,
o amor cobre todas as transgressões."
(Provérbio de Salomão)
O espírito se enriquece com aquilo que recebe;
o coração com aquilo que dá.
"Nunca a alma humana surge tão forte e nobre como quando renuncia à vingança e ousa perdoar uma ofensa."E.H.Chapin
"Não levante a espada sobre a cabeça de quem te pediu perdão. "
Machado de Assis
"O único homem que não erra é aquele que nunca faz nada"
Roosevelt
"A morte do homem começa no instante em que ele desiste de aprender."
Albino Teixeira
domingo, 31 de outubro de 2010
(...) farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz...
Clarice Lispector
Clarice Lispector
sábado, 30 de outubro de 2010
Seja indiferente. Não se importe, não brigue, não demonstre
sentimentos, não demonstre nada. A indiferença destrói qualquer pessoa.
A vida tem a ver com escolhas.
Nós somos a soma das nossas escolhas. E a maioria delas não é feita por nós. Você não pode escolher quando e onde vai nascer. Você não pode escolher a família em que vai nascer. Nem mesmo quem vai amar.
Mas você... pode escolher como vai amar!
E isso faz a diferença...
sentimentos, não demonstre nada. A indiferença destrói qualquer pessoa.
A vida tem a ver com escolhas.
Nós somos a soma das nossas escolhas. E a maioria delas não é feita por nós. Você não pode escolher quando e onde vai nascer. Você não pode escolher a família em que vai nascer. Nem mesmo quem vai amar.
Mas você... pode escolher como vai amar!
E isso faz a diferença...
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Há pessoas estrelas... Há pessoas cometas.
Os cometas passam.
Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As estrelas permanecem.
Os cometas desaparecem.
Há muita gente cometa.
Passam pela vida da gente apenas por instantes.
Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.
Gente sem amigos.
Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer,
sem marcar presença.
Há muita gente cometa.
Assim são muitos...
Brilham apenas por instantes nos palcos da vida.
E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem.
Importante é ser estrela. Estar presente.
Marcar presença. Estar junto.
Ser luz. Ser calor. Ser vida.
Amigo é estrela.
Podem passar os anos, podem surgir distâncias,
mas a marca fica no coração.
E muitos são cometas por um momento.
Passam, a gente bate palma e desaparecem.
Assim são os amigos.
Estrelas na vida da gente.
Pode-se contar com eles.
Seja você uma ESTRELA não só na minha vida,
mas na vida das pessoas que te querem bem...
Os cometas passam.
Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As estrelas permanecem.
Os cometas desaparecem.
Há muita gente cometa.
Passam pela vida da gente apenas por instantes.
Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende.
Gente sem amigos.
Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer,
sem marcar presença.
Há muita gente cometa.
Assim são muitos...
Brilham apenas por instantes nos palcos da vida.
E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem.
Importante é ser estrela. Estar presente.
Marcar presença. Estar junto.
Ser luz. Ser calor. Ser vida.
Amigo é estrela.
Podem passar os anos, podem surgir distâncias,
mas a marca fica no coração.
E muitos são cometas por um momento.
Passam, a gente bate palma e desaparecem.
Assim são os amigos.
Estrelas na vida da gente.
Pode-se contar com eles.
Seja você uma ESTRELA não só na minha vida,
mas na vida das pessoas que te querem bem...
Espero que você possa aceitar as coisas como elas são
Sem pensar que tudo conspira contra você,
Porque parte de nós é entendimento...
Mas a outra parte é aprendizado...
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos
E que, no final, possa alcançar todos os seus objetivos
Porque parte de nós é cansaço...
Mas a outra parte é vontade...
Que você possa aprender a perder sem se sentir derrotada
Que isso possa fazer você cada vez mais guerreira...
Porque parte de nós é o que temos...
Mas a outra parte é sonho...
Que você nunca deixe de acreditar
Que nunca perca sua fé
Porque parte de DEUS é amor...
Mas a outra parte também é!
Sem pensar que tudo conspira contra você,
Porque parte de nós é entendimento...
Mas a outra parte é aprendizado...
Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos
E que, no final, possa alcançar todos os seus objetivos
Porque parte de nós é cansaço...
Mas a outra parte é vontade...
Que você possa aprender a perder sem se sentir derrotada
Que isso possa fazer você cada vez mais guerreira...
Porque parte de nós é o que temos...
Mas a outra parte é sonho...
Que você nunca deixe de acreditar
Que nunca perca sua fé
Porque parte de DEUS é amor...
Mas a outra parte também é!
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Encerrando um ciclo!
Encerrando um ciclo
Paulo Coelho
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar, um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem é“.
Paulo Coelho
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar, um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem é“.
sábado, 23 de outubro de 2010
Frases
Aprendi silêncio com os falantes, tolerância com os intolerantes e a gentileza com os rudes; ainda, estranho, sou ingrato a esses professores. Kalil Gibran
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é conseqüência.
Albert Einstein
Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um efeito, mas um hábito.
Aristóteles
Lutemos por um mundo novo... Um mundo bom, que a todos assegure o anseio de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
Charles Chaplin / Ator e cineasta inglês, 1889-1977
"Para que o mal triunfe, basta que os bons, nada façam!" é de autoria de Edmund Burke filósofo e político anglo-irlandês.
A felicidade às vezes é uma bênção, mas geralmente é uma conquista.
Paulo Coelho
"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe."
-- Oscar Wilde
O dom da vida persiste nas pequenas coisas que nos fazem felizes!
Amigo Damasco
nunca deixe o medo de errar impedir que você jogue!(Desconheço o Autor)
Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar.(Desconheço o Autor)
“A alegria torna o homem pobre, rico;
o descontentamento torna o homem rico, pobre.” Benjamim Franklin
“Se a alma é imortal,
não lhe dar a devida atenção é um grave erro.” Sócrates
Ouça conselho de outras pessoas>Mas nunca desista de sua própria opinião"
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Mário Quintana
"O fim pode ser o início de um futuro bom"
"Não é preciso mostrar Beleza aos Cegos, nem dizer Verdade aos Surdos... Basta não mentir para quem te Escuta, nem Decepcionar os Olhos de quem te Vê!"
O destino a gente forma pelas escolhas que a gente faz!
"Loucura é fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes.!"
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é conseqüência.
Albert Einstein
Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um efeito, mas um hábito.
Aristóteles
Lutemos por um mundo novo... Um mundo bom, que a todos assegure o anseio de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
Charles Chaplin / Ator e cineasta inglês, 1889-1977
"Para que o mal triunfe, basta que os bons, nada façam!" é de autoria de Edmund Burke filósofo e político anglo-irlandês.
A felicidade às vezes é uma bênção, mas geralmente é uma conquista.
Paulo Coelho
"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe."
-- Oscar Wilde
O dom da vida persiste nas pequenas coisas que nos fazem felizes!
Amigo Damasco
nunca deixe o medo de errar impedir que você jogue!(Desconheço o Autor)
Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar.(Desconheço o Autor)
“A alegria torna o homem pobre, rico;
o descontentamento torna o homem rico, pobre.” Benjamim Franklin
“Se a alma é imortal,
não lhe dar a devida atenção é um grave erro.” Sócrates
Ouça conselho de outras pessoas>Mas nunca desista de sua própria opinião"
Um dia saberemos que ser classificado como "bonzinho" não é bom...
Mário Quintana
"O fim pode ser o início de um futuro bom"
"Não é preciso mostrar Beleza aos Cegos, nem dizer Verdade aos Surdos... Basta não mentir para quem te Escuta, nem Decepcionar os Olhos de quem te Vê!"
O destino a gente forma pelas escolhas que a gente faz!
"Loucura é fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes.!"
É, estava pensando aqui nas minhas qualidades.
Sou arrogante e me sinto modesto.
Sou prepotente, e me sinto condescer.
Sou presunçoso, e me julgo humilde.
Ou seja... dos valores que prego, só o que sei é que os conheço,
mas raramente os pratico.
Isso não deixa de ser um 'estar de cabeça para baixo'
me passando por de cabeça em riste.
O mais engraçado é que, por não sentir nenhum mal saindo de mim,
passo a vida toda acreditando
que sou bom quando no fim o que faço é desdenhar de todos ao meu redor.
Sei que aqui encontrei amigos e respeito-os, como admirá-los aprendi,
mas ainda me falta muita prática no sentido de tornar-me, de fato,
o generoso que me sinto.
Analisando a sociedade friamente como consigo fazê-lo a mim,
penso que o autor dessa frase tentava nos mostrar
que por mais que acreditemos que nossas vidas estão perdidas,
ou despropositadas, há um propósito,
um sentido e mesmo uma direção quando fatos inimaginados nos acontecem.
Quem, entre nós, jamais desprezou na rua um olhar faminto?
Quem, entre nós, jamais escondeu de outro um pedaço de pão?
Somos todos culpados por nossas desastrices e elas geram, como causa,
efeitos nada agradáveis e devemos mesmo nos habituar a essas ocorrencias.
Desconheço o autor
Sou arrogante e me sinto modesto.
Sou prepotente, e me sinto condescer.
Sou presunçoso, e me julgo humilde.
Ou seja... dos valores que prego, só o que sei é que os conheço,
mas raramente os pratico.
Isso não deixa de ser um 'estar de cabeça para baixo'
me passando por de cabeça em riste.
O mais engraçado é que, por não sentir nenhum mal saindo de mim,
passo a vida toda acreditando
que sou bom quando no fim o que faço é desdenhar de todos ao meu redor.
Sei que aqui encontrei amigos e respeito-os, como admirá-los aprendi,
mas ainda me falta muita prática no sentido de tornar-me, de fato,
o generoso que me sinto.
Analisando a sociedade friamente como consigo fazê-lo a mim,
penso que o autor dessa frase tentava nos mostrar
que por mais que acreditemos que nossas vidas estão perdidas,
ou despropositadas, há um propósito,
um sentido e mesmo uma direção quando fatos inimaginados nos acontecem.
Quem, entre nós, jamais desprezou na rua um olhar faminto?
Quem, entre nós, jamais escondeu de outro um pedaço de pão?
Somos todos culpados por nossas desastrices e elas geram, como causa,
efeitos nada agradáveis e devemos mesmo nos habituar a essas ocorrencias.
Desconheço o autor
domingo, 3 de outubro de 2010
sábado, 2 de outubro de 2010
CARIDADE DA PAZ
Emmanuel
“Bem-aventurados os pacificadores”
- Jesus (Mateus, 5:9)
Um tipo de beneficência ao alcance de todos e que não se deve esquecer — ocultar os próprios aborrecimentos, a fim de auxiliar.
É provável hajas iniciado o dia, sob a intromissão de contratempos que te espancaram a alma. À vista disso, se exibes a figura da mágoa, na palavra ou na face, ei-la que se expande, à feição de tóxico mental, atacando a todos os que se deixem contagiar.
E qual acontece, quando a poeira grossa te invade o reduto doméstico, obrigando-te à recuperação e limpeza, após te desequilibrares em aspereza e irritação, reconhece-te no dever te reparar os danos havidos, despendendo força e diligência em solicitar desculpas e refazer os próprios brios, aqui e ali, como quem se empenha a suprimir os remanescentes de laboriosa faxina.
Se te alteias, no entanto, acima de desgostos e inquietações, mantendo tranqüilidade e bom ânimo, para logo a tua mensagem de otimismo e renovação prossegue adiante, de modo a espalhar bênçãos e criar energias angariando-te simpatia e cooperação.
Os estados negativos da mente, como sejam tristeza e azedume, angústia ou inconformidade, constituem sombras que o entendimento e a bondade são chamados a dissipar.
Recordemos o donativo da paz que a todos nos compete distribuir, a benefício dos outros, evitando solenizar obstáculos e conflitos, aflições ou desencantos, que nos surpreendem a marcha. E permaneçamos claramente informados de que a única fórmula para o exercício dessa beneficência da paz, em louvor de nossa própria segurança, será sempre esquecer o mal e fazer o bem, porquanto em verdade, tão-somente a criatura consagrada a trabalhar, servindo ao próximo, não dispõe de recursos para entendiar-se e nem encontra tempo para ser feliz.
Psicografada DE Francisco Cândido Xavier.
Fonte: Folheto distribuído pela Gráfica Romano - Cambará - PR
Transcrição feita por: Carmen Lucia
Emmanuel
“Bem-aventurados os pacificadores”
- Jesus (Mateus, 5:9)
Um tipo de beneficência ao alcance de todos e que não se deve esquecer — ocultar os próprios aborrecimentos, a fim de auxiliar.
É provável hajas iniciado o dia, sob a intromissão de contratempos que te espancaram a alma. À vista disso, se exibes a figura da mágoa, na palavra ou na face, ei-la que se expande, à feição de tóxico mental, atacando a todos os que se deixem contagiar.
E qual acontece, quando a poeira grossa te invade o reduto doméstico, obrigando-te à recuperação e limpeza, após te desequilibrares em aspereza e irritação, reconhece-te no dever te reparar os danos havidos, despendendo força e diligência em solicitar desculpas e refazer os próprios brios, aqui e ali, como quem se empenha a suprimir os remanescentes de laboriosa faxina.
Se te alteias, no entanto, acima de desgostos e inquietações, mantendo tranqüilidade e bom ânimo, para logo a tua mensagem de otimismo e renovação prossegue adiante, de modo a espalhar bênçãos e criar energias angariando-te simpatia e cooperação.
Os estados negativos da mente, como sejam tristeza e azedume, angústia ou inconformidade, constituem sombras que o entendimento e a bondade são chamados a dissipar.
Recordemos o donativo da paz que a todos nos compete distribuir, a benefício dos outros, evitando solenizar obstáculos e conflitos, aflições ou desencantos, que nos surpreendem a marcha. E permaneçamos claramente informados de que a única fórmula para o exercício dessa beneficência da paz, em louvor de nossa própria segurança, será sempre esquecer o mal e fazer o bem, porquanto em verdade, tão-somente a criatura consagrada a trabalhar, servindo ao próximo, não dispõe de recursos para entendiar-se e nem encontra tempo para ser feliz.
Psicografada DE Francisco Cândido Xavier.
Fonte: Folheto distribuído pela Gráfica Romano - Cambará - PR
Transcrição feita por: Carmen Lucia
SÓ DEUS PODE
Emmanuel
Só Deus pode criar, mas você pode valorizar o que Ele criou.
Só Deus pode dar a vida, mas você pode transmiti-la e respeitá-la.
Só Deus pode dar saúde, mas você pode orientar e guiar.
Só Deus pode dar a fé, mas você pode dar seu testemunho.
Só Deus pode infundir a esperança, mas você pode restituir a confiança ao irmão.
Só Deus pode dar amor, mas você pode ensinar seu irmão a amar.
Só Deus pode dar a paz, mas você pode semear união.
Só Deus pode dar a força, mas você pode apoiar quem desanimou.
Só Deus pode dar alegria, mas você pode sorrir a todos.
Só Deus é o caminho, mas você pode indicá-lo aos outros.
Só Deus é a vida, mas você pode restituir aos outros o desejo de viver.
Só Deus é a luz, mas você pode fazê-la brilhar aos olhos de seu irmão.
Só Deus pode fazer milagre, mas você pode ser aquele que trouxe os cinco pães e os dois peixes.
Só Deus pode fazer o impossível, mas você poderá fazer o possível.
Só Deus se basta a si mesmo, mas Ele preferiu contar com você.
Psicografia do médium Francisco Cândido Xavier.
Emmanuel
Só Deus pode criar, mas você pode valorizar o que Ele criou.
Só Deus pode dar a vida, mas você pode transmiti-la e respeitá-la.
Só Deus pode dar saúde, mas você pode orientar e guiar.
Só Deus pode dar a fé, mas você pode dar seu testemunho.
Só Deus pode infundir a esperança, mas você pode restituir a confiança ao irmão.
Só Deus pode dar amor, mas você pode ensinar seu irmão a amar.
Só Deus pode dar a paz, mas você pode semear união.
Só Deus pode dar a força, mas você pode apoiar quem desanimou.
Só Deus pode dar alegria, mas você pode sorrir a todos.
Só Deus é o caminho, mas você pode indicá-lo aos outros.
Só Deus é a vida, mas você pode restituir aos outros o desejo de viver.
Só Deus é a luz, mas você pode fazê-la brilhar aos olhos de seu irmão.
Só Deus pode fazer milagre, mas você pode ser aquele que trouxe os cinco pães e os dois peixes.
Só Deus pode fazer o impossível, mas você poderá fazer o possível.
Só Deus se basta a si mesmo, mas Ele preferiu contar com você.
Psicografia do médium Francisco Cândido Xavier.
Sementes da Felicidade
Sementes de Felicidade*
Cuide da palavra. é da essência da palavra tornar-se realidade. As palavras ruins como péssimo, infeliz, podem se voltar contra você e infelicitar sua vida. Repetidas, mais fortes tornam-se os seus efeitos. Fale somente o que é bom. Quando não puder falar o que é bom, cale-se. Ter a fala disciplinada é conquistar segurança e grandeza de espírito.
*Partes de mensagens do livro Sementes de Felicidade - Lourival Lopes"
Cuide da palavra. é da essência da palavra tornar-se realidade. As palavras ruins como péssimo, infeliz, podem se voltar contra você e infelicitar sua vida. Repetidas, mais fortes tornam-se os seus efeitos. Fale somente o que é bom. Quando não puder falar o que é bom, cale-se. Ter a fala disciplinada é conquistar segurança e grandeza de espírito.
*Partes de mensagens do livro Sementes de Felicidade - Lourival Lopes"
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Cultuando Memórias
Se pretendemos cultuar a memória de familiares queridos, transferidos para a outra Vida, elejamos o local ideal:
nossa casa.
Usemos muitas flores para enfeitar a Vida, no aconchego do lar; nunca para exaltar a morte, na frieza do cemitério.
Eles preferirão, invariavelmente, receber nossa mensagem de carinho, pelo
correio da saudade, sem selagem fúnebre.
É bom sentir saudade.
Significa que há amor em nossos corações, o sentimento supremo que empresta significado e objetivo à existência.
Quando amamos de verdade, com aquele afeto puro e despojado, que tem nas mães o exemplo maior, sentimo-nos fortes e resolutos, dispostos a enfrentar o Mundo.
E talvez Deus tenha inventado a ilusão da morte para que superemos a
tendência milenar de aprisionar o amor em círculos fechados de egoísmo
familiar, ensinando-nos a cultivá-lo em plenitude, no esforço da
fraternidade, do trabalho em favor do semelhante, que nos conduz às
realizações mais nobres.
Não permitamos, assim, que a saudade se converta em motivo de angústia e opressão.
Usemos os filtros da confiança e da fé, dulcificando-a com a compreensão de que as ligações afetivas não se encerram na sepultura.
O amor, essência da Vida, estende-se, indestrutível, às moradas do infinito,
ponte sublime que sustenta, indelével, a comunhão entre a Terra e o Céu.
Há, pois, dois motivos para não cultivarmos tristeza:
Sentimos saudade - não estamos mortos...
Nossos amados não estão mortos - sentem saudade.
E se formos capazes de orar, contritos e serenos, nesses momentos de
evocação, orvalhando as flores da saudade com a bênção da esperança,
sentiremos a presença deles entre nós, envolvendo suavemente nossos corações com cariciosos perfumes de alegria e paz.
Richard Simonetti
Se pretendemos cultuar a memória de familiares queridos, transferidos para a outra Vida, elejamos o local ideal:
nossa casa.
Usemos muitas flores para enfeitar a Vida, no aconchego do lar; nunca para exaltar a morte, na frieza do cemitério.
Eles preferirão, invariavelmente, receber nossa mensagem de carinho, pelo
correio da saudade, sem selagem fúnebre.
É bom sentir saudade.
Significa que há amor em nossos corações, o sentimento supremo que empresta significado e objetivo à existência.
Quando amamos de verdade, com aquele afeto puro e despojado, que tem nas mães o exemplo maior, sentimo-nos fortes e resolutos, dispostos a enfrentar o Mundo.
E talvez Deus tenha inventado a ilusão da morte para que superemos a
tendência milenar de aprisionar o amor em círculos fechados de egoísmo
familiar, ensinando-nos a cultivá-lo em plenitude, no esforço da
fraternidade, do trabalho em favor do semelhante, que nos conduz às
realizações mais nobres.
Não permitamos, assim, que a saudade se converta em motivo de angústia e opressão.
Usemos os filtros da confiança e da fé, dulcificando-a com a compreensão de que as ligações afetivas não se encerram na sepultura.
O amor, essência da Vida, estende-se, indestrutível, às moradas do infinito,
ponte sublime que sustenta, indelével, a comunhão entre a Terra e o Céu.
Há, pois, dois motivos para não cultivarmos tristeza:
Sentimos saudade - não estamos mortos...
Nossos amados não estão mortos - sentem saudade.
E se formos capazes de orar, contritos e serenos, nesses momentos de
evocação, orvalhando as flores da saudade com a bênção da esperança,
sentiremos a presença deles entre nós, envolvendo suavemente nossos corações com cariciosos perfumes de alegria e paz.
Richard Simonetti
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Eu não me importo se você lamber janelas,
Jogar pedra em avião, ou querer bater prego com a testa,
às vezes eu também cometo umas loucuras...
Mas lembre-se, todos os sessenta segundos que você gasta irritada(o),
perturbada(o) ou louca(o), é um minuto de felicidade que nunca mais vai voltar!!!
Pare, liberte-se das energias negativas, escute uma boa música e dance!
A minha mensagem de hoje para você é:
A vida é curta, quebre as regras, se apaixone, beije demoradamente,
ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir,
por mais estranho/pequeno que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperamos todos os dias,
mas enquanto estamos aqui, devemos procurar dançar sempre que der...
Se formos esperar somente aqueles momentos mágicos, grandiosos e super raros, desperdiçaremos a capacidade de nos alegrarmos com as pequenas coisas do dia-a-dia, a felicidade parecerá algo distante e raro.
A todos os amigos "loucos e felizes" que eu tenho.
Eles vão gostar de ser lembrados!!!
Porque amigos nós escolhemos, graças a Deus!!!!!!
Jogar pedra em avião, ou querer bater prego com a testa,
às vezes eu também cometo umas loucuras...
Mas lembre-se, todos os sessenta segundos que você gasta irritada(o),
perturbada(o) ou louca(o), é um minuto de felicidade que nunca mais vai voltar!!!
Pare, liberte-se das energias negativas, escute uma boa música e dance!
A minha mensagem de hoje para você é:
A vida é curta, quebre as regras, se apaixone, beije demoradamente,
ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir,
por mais estranho/pequeno que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperamos todos os dias,
mas enquanto estamos aqui, devemos procurar dançar sempre que der...
Se formos esperar somente aqueles momentos mágicos, grandiosos e super raros, desperdiçaremos a capacidade de nos alegrarmos com as pequenas coisas do dia-a-dia, a felicidade parecerá algo distante e raro.
A todos os amigos "loucos e felizes" que eu tenho.
Eles vão gostar de ser lembrados!!!
Porque amigos nós escolhemos, graças a Deus!!!!!!
domingo, 26 de setembro de 2010
Fada das Rosas: Organize-se e Emagreça
Fada das Rosas: Organize-se e Emagreça: "Veja como organizar a sua vida pode ajudar você a perder peso! Você já parou para pensar como a desorganização à sua volta pode dificultar ..."
Fada das Rosas: Usando a Linguagem do Corpo pra Entender a Obesida...
Fada das Rosas: Usando a Linguagem do Corpo pra Entender a Obesida...: "A gordura é o casulo que a pessoa cria, inconscientemente, para se proteger e se esconder dos problemas externos. Pessoas muito sensíveis, ..."
Fada das Rosas: Usando a Linguagem do Corpo pra Entender a Obesida...
Fada das Rosas: Usando a Linguagem do Corpo pra Entender a Obesida...: "A gordura é o casulo que a pessoa cria, inconscientemente, para se proteger e se esconder dos problemas externos. Pessoas muito sensíveis, ..."
Suavizar e Apreciar a Si Mesmo - Abraham-Hicks
Nós queremos que cada momento de sua experiência seja de regozijo assim como é para nós.
Nós queremos que você olhe o mundo ao seu redor e não se preocupe, mas sim celebre a sua beleza.
Nós queremos que você dê uma olhada em sua própria vida e não se preocupe, e sim festeje e divirta-se com a sua magnificência.
Nós queremos que você olhe para o seu próprio corpo e não implique com uma ruga ou um quilo extra, ou 20 ou 30 ou 40.
Nós queremos que você olhe para si mesmo e se adore. E quando você fizer este pequeno esforço para apreciar aquilo que é seu AGORA, você vai dissolver rapidamente qualquer resistência que o esteja mantendo separado das coisas que quer.
Esta é a fórmula mágica que você andou procurando. Este é o segredo para a sua combinação. É a chave para a sua permissão.
É a chave para que você consiga o que quer. É a chave para a sua abundância, claridade, e estamina. É a chave para a sua energia.
É a chave para a sua vitalidade. É a chave para a sua flexibilidade. É a chave para o seu bem estar.
É a chave para todas as coisas que o fazem se sentir bem.
Faça um pequeno esforço, toda oportunidade que tiver, de olhar para onde você se encontra AGORA,
e faça o melhor que puder para suavizar e apreciar a si mesmo AGORA, para suavizar e apreciar a si mesmo AGORA.
Abraham-Hicks - Tradução de Monica Grohmann/07
Nós queremos que cada momento de sua experiência seja de regozijo assim como é para nós.
Nós queremos que você olhe o mundo ao seu redor e não se preocupe, mas sim celebre a sua beleza.
Nós queremos que você dê uma olhada em sua própria vida e não se preocupe, e sim festeje e divirta-se com a sua magnificência.
Nós queremos que você olhe para o seu próprio corpo e não implique com uma ruga ou um quilo extra, ou 20 ou 30 ou 40.
Nós queremos que você olhe para si mesmo e se adore. E quando você fizer este pequeno esforço para apreciar aquilo que é seu AGORA, você vai dissolver rapidamente qualquer resistência que o esteja mantendo separado das coisas que quer.
Esta é a fórmula mágica que você andou procurando. Este é o segredo para a sua combinação. É a chave para a sua permissão.
É a chave para que você consiga o que quer. É a chave para a sua abundância, claridade, e estamina. É a chave para a sua energia.
É a chave para a sua vitalidade. É a chave para a sua flexibilidade. É a chave para o seu bem estar.
É a chave para todas as coisas que o fazem se sentir bem.
Faça um pequeno esforço, toda oportunidade que tiver, de olhar para onde você se encontra AGORA,
e faça o melhor que puder para suavizar e apreciar a si mesmo AGORA, para suavizar e apreciar a si mesmo AGORA.
Abraham-Hicks - Tradução de Monica Grohmann/07
Dê sempre o melhor
E o melhor virá...
Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas...
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro...
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo...
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra...
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja...
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã...
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante...
Dê o melhor de você assim mesmo.
E veja você que, no final das contas...
É entre VOCÊ e DEUS...
Nunca foi entre você e eles!
Madre Teresa de Calcutá
E o melhor virá...
Às vezes as pessoas são egocêntricas, ilógicas e insensatas...
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem acusá-lo de egoísta e interesseiro...
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco, as pessoas podem enganá-lo...
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra...
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz, as pessoas podem sentir inveja...
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã...
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você, mas isso pode nunca ser o bastante...
Dê o melhor de você assim mesmo.
E veja você que, no final das contas...
É entre VOCÊ e DEUS...
Nunca foi entre você e eles!
Madre Teresa de Calcutá
Ego
"Reconheça o ego pelo que ele é: um distúrbio coletivo, a insanidade da mente humana. Quando o identificamos pelo que ele é, deixamos de interpretá-lo erroneamente como a identidade de uma pessoa. E temos mais facilidade em não adotar uma atitude reativa em relação a ele. Já não o tomamos como algo pessoal. Não existe queixa, culpa, acusação nem ação equivocada. Ninguém está errado. É apenas o ego em alguém, só isso. A compaixão surge quando compreendemos que todas as pessoas sofrem do mesmo distúrbio mental, algumas delas de forma mais aguda do que outras. Assim, paramos de nutrir o conflito que faz parte de todos os relacionamentos egóicos. E o que o alimenta? A atitude reativa: com ela, o ego prospera".
Eckhart Tolle - "O despertar de uma nova consciência"
Eckhart Tolle - "O despertar de uma nova consciência"
s pessoas investem suas emoções em coisas, em valores, em outras pessoas.
Ocorrem, pois, dores de emoção quando perdemos o aquilo sobre o que
investimos, seja porque deixou de existir, seja porque não conseguimos
mantê-lo. Perdas e abandonos doem. Freud chama a isso de luto. O luto é
sempre narcísico, ou seja, é dolorido porque dói no amor que se tem por si
próprio. Sim, cada um de nós se ama a si mesmo acima de tudo, e não se
conforma em perder ou ser abandonado. Nisso concorremos com as próprias
divindades, que querem, sempre, que todos as amem acima de todas as coisas.
Em psicologia, narcisismo é o investimento exagerado da libido no próprio
ego. Traduzindo, narcisismo é o eu sou o bom, o bonito e o gostoso, e só por
isso me amo. O narcisista enxerga pouco outras pessoas, o próprio mundo;
gosta de se ver, e transforma tudo em seu espelho. Acaba confundido com o
mal-amado, pois, ávido por atenção, parece que tem pouca. Não é o caso, ele
tem a quota normal que todos recebemos, mas havendo-se acima da conta geral,
nunca o que lhe é dado alcançará o que ele entende que necessita.
Isto descreve a aparência evidente do narcisista. Já se conhece bem esse
tipo. Mas há outros aspectos que suponho não muito percebidos. O que traz as
mais daninhas consequências é a sua resistência a qualquer mudança em si, em
seu pensamento, em seu relacionamento com o mundo. Ora, alguém que se
considera um pacotinho bem feito, com tudo bem direitinho no seu lugarzinho,
não admite mexer em nada. Ele está bem, suas idéias sobre as coisas estão
bem, seus planos para o futuro são irretocáveis.
Mas, vamos por partes, que se tudo estivesse bem não haveria a compulsão
narcísica. Ele só está bem porque se acredita uma obra de arte. Logo, nunca
estará satisfeito, porque nunca se achará suficientemente apreciado. No
relacionamento amoroso, por exemplo, a admiração do seu par jamais será
bastante. Espera homenagens além das possibilidades do um só que o ama;
melhor se a turma o reconhecer, se o mundo o desejar. Caso isso não
aconteça, o sujeito dá um jeito de exibir-se. Exibindo-se e não obtendo
amor, torna-se arrogante: as pessoas seriam tolas; ou fica depressivo: não é
reconhecido como deveria.
Suas ideias são as da salvação: diante das discordâncias, se o narcísico
está em boa posição, dirige um olhar superior ao dissidente: age
piedosamente com o ignorante que dele discorda, esse ignorante que jamais o
alcançará. Se sua posição não está vantajosa, angustia-se na defesa do que
só os néscios contestam. Levanta-se, gesticula, torna-se a tonitruante voz
da sabedoria. O futuro foi desenhado à sua própria imagem, e, nele,
enquadrou quem está em volta. Planejou os ideais do consorte, a profissão
dos filhos, a existência, enfim. Vai frustrar-se, claro, e apontará um
culpado.
Claro, sem amor próprio, nos dissolvemos na opinião dos outros, nas
confrontações cotidianas. Nos excessos, contudo, negamos a realidade.
Escolha e abandono, com dor, pelo não escolhido; dor maior, se não somos os
eleitos de alguém; dor do dia-a-dia, porque a juventude nos abandona, nossos
costumes são substituídos, nossas ideias saem da moda, nossos entes queridos
morrem, nossos sonhos não se realizam. Toca-nos uma melancolia, um luto
triste. Mas é assim: entramos em resguardo, lambemos as feridas, sacudimos a
poeira e damos a volta por cima, porque a vida continua. Nisso tudo,
goste-se um tanto, namore um pouco, faça humor consigo mesmo e não se tenha
em tanta conta assim.
*LÉO ROSA DE ANDRADE
*Doutor em Direito pela UFSC. Psicólogo e Jornalista. Professor da Unisul.
Ocorrem, pois, dores de emoção quando perdemos o aquilo sobre o que
investimos, seja porque deixou de existir, seja porque não conseguimos
mantê-lo. Perdas e abandonos doem. Freud chama a isso de luto. O luto é
sempre narcísico, ou seja, é dolorido porque dói no amor que se tem por si
próprio. Sim, cada um de nós se ama a si mesmo acima de tudo, e não se
conforma em perder ou ser abandonado. Nisso concorremos com as próprias
divindades, que querem, sempre, que todos as amem acima de todas as coisas.
Em psicologia, narcisismo é o investimento exagerado da libido no próprio
ego. Traduzindo, narcisismo é o eu sou o bom, o bonito e o gostoso, e só por
isso me amo. O narcisista enxerga pouco outras pessoas, o próprio mundo;
gosta de se ver, e transforma tudo em seu espelho. Acaba confundido com o
mal-amado, pois, ávido por atenção, parece que tem pouca. Não é o caso, ele
tem a quota normal que todos recebemos, mas havendo-se acima da conta geral,
nunca o que lhe é dado alcançará o que ele entende que necessita.
Isto descreve a aparência evidente do narcisista. Já se conhece bem esse
tipo. Mas há outros aspectos que suponho não muito percebidos. O que traz as
mais daninhas consequências é a sua resistência a qualquer mudança em si, em
seu pensamento, em seu relacionamento com o mundo. Ora, alguém que se
considera um pacotinho bem feito, com tudo bem direitinho no seu lugarzinho,
não admite mexer em nada. Ele está bem, suas idéias sobre as coisas estão
bem, seus planos para o futuro são irretocáveis.
Mas, vamos por partes, que se tudo estivesse bem não haveria a compulsão
narcísica. Ele só está bem porque se acredita uma obra de arte. Logo, nunca
estará satisfeito, porque nunca se achará suficientemente apreciado. No
relacionamento amoroso, por exemplo, a admiração do seu par jamais será
bastante. Espera homenagens além das possibilidades do um só que o ama;
melhor se a turma o reconhecer, se o mundo o desejar. Caso isso não
aconteça, o sujeito dá um jeito de exibir-se. Exibindo-se e não obtendo
amor, torna-se arrogante: as pessoas seriam tolas; ou fica depressivo: não é
reconhecido como deveria.
Suas ideias são as da salvação: diante das discordâncias, se o narcísico
está em boa posição, dirige um olhar superior ao dissidente: age
piedosamente com o ignorante que dele discorda, esse ignorante que jamais o
alcançará. Se sua posição não está vantajosa, angustia-se na defesa do que
só os néscios contestam. Levanta-se, gesticula, torna-se a tonitruante voz
da sabedoria. O futuro foi desenhado à sua própria imagem, e, nele,
enquadrou quem está em volta. Planejou os ideais do consorte, a profissão
dos filhos, a existência, enfim. Vai frustrar-se, claro, e apontará um
culpado.
Claro, sem amor próprio, nos dissolvemos na opinião dos outros, nas
confrontações cotidianas. Nos excessos, contudo, negamos a realidade.
Escolha e abandono, com dor, pelo não escolhido; dor maior, se não somos os
eleitos de alguém; dor do dia-a-dia, porque a juventude nos abandona, nossos
costumes são substituídos, nossas ideias saem da moda, nossos entes queridos
morrem, nossos sonhos não se realizam. Toca-nos uma melancolia, um luto
triste. Mas é assim: entramos em resguardo, lambemos as feridas, sacudimos a
poeira e damos a volta por cima, porque a vida continua. Nisso tudo,
goste-se um tanto, namore um pouco, faça humor consigo mesmo e não se tenha
em tanta conta assim.
*LÉO ROSA DE ANDRADE
*Doutor em Direito pela UFSC. Psicólogo e Jornalista. Professor da Unisul.
Existe em nós um rio de sentimentos, no qual cada gota d'água é um sentimento diferente e cada um depende de todos os outros para sua existência. Para observar esse rio, sentamo-nos à sua margem e identificamos cada sentimento à medida que ele vem à tona, passa por nós e desaparece.
.
Podemos usar nossa respiração para entrar em contato com nossos sentimentos e aceitá-los. Se nossa respiração for leve e tranqüila — resultado natural da respiração consciente — nossa mente e nosso corpo irão lentamente se tornando leves, tranqüilos e claros. E da mesma forma nossos sentimentos. A observação plenamente consciente se baseia no princípio da "não-dualidade": nosso sentimento não está separado de nós nem foi causado apenas por algo externo a nós. Nosso sentimento é nosso eu, e temporariamente nós somos esse sentimento. Não submergimos nesse sentimento, nem nos aterrorizamos com ele, tampouco o rejeitamos. Nossa atitude de não nos agarrarmos aos nossos sentimentos e de tampouco rejeitá-los é a atitude de desapego, uma parte vital da prática da meditação".
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Tich Nhat Hanh
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Podemos usar nossa respiração para entrar em contato com nossos sentimentos e aceitá-los. Se nossa respiração for leve e tranqüila — resultado natural da respiração consciente — nossa mente e nosso corpo irão lentamente se tornando leves, tranqüilos e claros. E da mesma forma nossos sentimentos. A observação plenamente consciente se baseia no princípio da "não-dualidade": nosso sentimento não está separado de nós nem foi causado apenas por algo externo a nós. Nosso sentimento é nosso eu, e temporariamente nós somos esse sentimento. Não submergimos nesse sentimento, nem nos aterrorizamos com ele, tampouco o rejeitamos. Nossa atitude de não nos agarrarmos aos nossos sentimentos e de tampouco rejeitá-los é a atitude de desapego, uma parte vital da prática da meditação".
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Tich Nhat Hanh
Todos somos sagrados, no entanto, o problema é que nossas cicatrizes não se mostram assim aos olhos de outras pessoas. Em vez disso, elas se mostram como defeitos de caráter. Seus defeitos de caráter não dizem respeito a você ser mau, mas sim a estar ferido. Não importa quem ou o que causou o ferimento, agora ele é seu e você é responsável por ele. Você não pode viver com uma placa no pescoço onde esteja escrito: 'Não é culpa minha. Meus pais eram difíceis'. Sua única forma de sair desse enigma é assumir total responsabilidade por seus defeitos. Seus defeitos de caráter são sua forma de se sabotar, o meio de ferir a si mesmo e aos outros. Por isso, você precisa encará-los. Até assumir total responsabilidade por sua experiência, você não conseguirá mudar isso. Porém, uma vez que tenha verdadeiramente olhado para si mesmo, pode começar a se curar. Você abriu os olhos e agora vê. 'Vejo que fiz isso. Admito. Entendi'. Depois de assumir o que somos na sombra, podemos prosseguir na jornada de volta à luz".
.
Marianne Williamson - "O efeito sombra"
.
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Marianne Williamson - "O efeito sombra"
.
Nossa vida, a melhor resposta
(Martha Medeiros)
Quem é você ? Do que gosta ? Em que acredita? O que deseja? Dia e
noite somos questionados, e as respostas costumam ser inteligentes,
espirituosas e decentes. Tudo para causar a melhor impressão aos
nossos inquisidores. Ora, quem sou eu. Sou do bem, sou honesto, sou
perseverante, sou bem-humorado, sou aberto -- não costumamos
economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição. Do
que gostamos? De coisas belas. No que acreditamos? Em dias melhores.
O que desejamos? A paz universal.
Enquanto isso, o demônio dentro de nós revira o estômago e faz cara
de nojo. É muita santidade para um pobre diabo, ninguém é tão
imaculado assim.
A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos
e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a
verdade é que o que dizemos não tem tanta importância.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa
vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz --
com todo o respeito -- é apenas o que você diz.
Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa
morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos
nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas,
abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que
pudesse sumir com nossos defeitos. Mas é na reta final que nosso
passado nos calará e responderá por nós.
Quantos amigos você manteve.
Em que consiste sua trajetória amorosa.
Como educou seus filhos.
Quanto houve de alegria no seu cotidiano.
Qual o grau de intimidade e confiança que preservou
com seus pais.
Se ficou devendo dinheiro.
Como lidou com tentativas de corrupção.
Em que circunstâncias mentiu.
Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons.
Que impressão causou nos outros -- não naqueles que o conheceram por
cinco dias, mas com quem conviveu por 20 anos ou mais.
Quantas pessoas magoou na vida. Quantas vezes pediu perdão.
Quem vai sentir sua falta. Pra valer, vamos lá.
Podemos maquiar algumas respostas ou podemos silenciar sobre o que
não queremos que venha à tona. Inútil. A soma dos nossos dias
assinará este inventário. Fará um levantamento honesto. Cazuza já nos
cutucava: suas idéias correspondem aos fatos? De novo: o que a gente
diz é apenas o que a gente diz.
Lá no finalzinho, a vida que construímos é que se revelará o mais
eficiente detector de nossas mentiras.
(Martha Medeiros)
Quem é você ? Do que gosta ? Em que acredita? O que deseja? Dia e
noite somos questionados, e as respostas costumam ser inteligentes,
espirituosas e decentes. Tudo para causar a melhor impressão aos
nossos inquisidores. Ora, quem sou eu. Sou do bem, sou honesto, sou
perseverante, sou bem-humorado, sou aberto -- não costumamos
economizar atributos quando se trata da nossa própria descrição. Do
que gostamos? De coisas belas. No que acreditamos? Em dias melhores.
O que desejamos? A paz universal.
Enquanto isso, o demônio dentro de nós revira o estômago e faz cara
de nojo. É muita santidade para um pobre diabo, ninguém é tão
imaculado assim.
A despeito do nosso inegável talento como divulgadores de nós mesmos
e da nossa falta de modéstia ao descrever nosso perfil no Orkut, a
verdade é que o que dizemos não tem tanta importância.
Para saber quem somos, basta que se observe o que fizemos da nossa
vida. Os fatos revelam tudo, as atitudes confirmam. O que você diz --
com todo o respeito -- é apenas o que você diz.
Entre a data do nosso nascimento e a desconhecida data da nossa
morte, acreditamos ainda estar no meio do percurso, então seguimos
nos anunciando como bons partidos, incrementamos nossas façanhas,
abusamos da retórica como se ela fosse uma espécie de photoshop que
pudesse sumir com nossos defeitos. Mas é na reta final que nosso
passado nos calará e responderá por nós.
Quantos amigos você manteve.
Em que consiste sua trajetória amorosa.
Como educou seus filhos.
Quanto houve de alegria no seu cotidiano.
Qual o grau de intimidade e confiança que preservou
com seus pais.
Se ficou devendo dinheiro.
Como lidou com tentativas de corrupção.
Em que circunstâncias mentiu.
Como tratou empregados, balconistas, porteiros, garçons.
Que impressão causou nos outros -- não naqueles que o conheceram por
cinco dias, mas com quem conviveu por 20 anos ou mais.
Quantas pessoas magoou na vida. Quantas vezes pediu perdão.
Quem vai sentir sua falta. Pra valer, vamos lá.
Podemos maquiar algumas respostas ou podemos silenciar sobre o que
não queremos que venha à tona. Inútil. A soma dos nossos dias
assinará este inventário. Fará um levantamento honesto. Cazuza já nos
cutucava: suas idéias correspondem aos fatos? De novo: o que a gente
diz é apenas o que a gente diz.
Lá no finalzinho, a vida que construímos é que se revelará o mais
eficiente detector de nossas mentiras.
sábado, 25 de setembro de 2010
Perdi o temor...
Perdi o temor à chuva.
E assim ganhei o frescor da água.
Perdi o temor do vento,
e assim ganhei o seu cantar nas folhas.
Perdi o temor ao silêncio
e assim ganhei momentos de paz.
Perdi o temor ao julgamento dos outros,
e assim ganhei caminhos mais abertos de liberdade.
Perdi o temor de investir tempo em coisas sem importância,
e assim ganhei entardeceres, estrelas, pedaços de luar,
águas rebrilhando ao sol, retalhos de canções...
Perdi o temor de dar-me integralmente, temendo sofrimentos e cicatrizes, e assim ganhei a felicidade de amar.
Perdi o temor de expor-me,
e assim ganhei mais confiança no que sou e no que podem ser as pessoas.
Perdi o temor de perder as coisas materiais,
e assim ganhei a alegria da simplicidade.
Perdi o temor à competição,
e assim ganhei o sabor das vitórias e os ensinamentos das derrotas.
Perdi o temor de desbravar caminhos conhecidos,
e assim ganhei novas visões... e horizontes... e novos amigos.
Perdi o temor de dizer minhas verdades frontalmente,
e assim ganhei aqueles que a mim eram sinceros e leais.
Perdi o medo do dia de amanhã,
e assim ganhei o hoje!
Perdi o temor mórbido do "por que não fiz"?
E assim ganhei a capacidade de fazer coisas novas.
Perdi a segurança estúpida das minhas "verdades únicas",
e assim aprendi a ouvir os outros.
Liberei a força dos meus braços para os abraços fraternos e plenos de carinho, e assim senti multiplicado o imenso e doce poder do amor.
Perdi o temor da morte,
e assim... ganhei a VIDA!!!
Agnaldo Guimarães
E assim ganhei o frescor da água.
Perdi o temor do vento,
e assim ganhei o seu cantar nas folhas.
Perdi o temor ao silêncio
e assim ganhei momentos de paz.
Perdi o temor ao julgamento dos outros,
e assim ganhei caminhos mais abertos de liberdade.
Perdi o temor de investir tempo em coisas sem importância,
e assim ganhei entardeceres, estrelas, pedaços de luar,
águas rebrilhando ao sol, retalhos de canções...
Perdi o temor de dar-me integralmente, temendo sofrimentos e cicatrizes, e assim ganhei a felicidade de amar.
Perdi o temor de expor-me,
e assim ganhei mais confiança no que sou e no que podem ser as pessoas.
Perdi o temor de perder as coisas materiais,
e assim ganhei a alegria da simplicidade.
Perdi o temor à competição,
e assim ganhei o sabor das vitórias e os ensinamentos das derrotas.
Perdi o temor de desbravar caminhos conhecidos,
e assim ganhei novas visões... e horizontes... e novos amigos.
Perdi o temor de dizer minhas verdades frontalmente,
e assim ganhei aqueles que a mim eram sinceros e leais.
Perdi o medo do dia de amanhã,
e assim ganhei o hoje!
Perdi o temor mórbido do "por que não fiz"?
E assim ganhei a capacidade de fazer coisas novas.
Perdi a segurança estúpida das minhas "verdades únicas",
e assim aprendi a ouvir os outros.
Liberei a força dos meus braços para os abraços fraternos e plenos de carinho, e assim senti multiplicado o imenso e doce poder do amor.
Perdi o temor da morte,
e assim... ganhei a VIDA!!!
Agnaldo Guimarães
O homem nunca pode parar de sonhar; o sonho é o alimento da alma, como
a comida é o alimento do corpo. Muitas vezes, em nossa existência, vemos
nossos sonhos desfeitos e nossos desejos frustrados, mas é preciso continuar
sonhando, senão nossa alma morre. .
O Bom Combate é aquele que é travado porque o nosso coração pede.
O Bom Combate é aquele que é travado em nome de nossos sonhos. Quando
eles explodem em nós com todo o seu vigor - na juventude - nós temos muita
coragem, mas ainda não aprendemos a lutar.
Depois de muito esforço, terminamos aprendendo a lutar, e então já não
temos a mesma coragem para combater. Por causa disto, nos voltamos contra
nós e combatemos a nós mesmos, e passamos a ser nosso pior inimigo. Dizemos que nossos sonhos eram infantis, difíceis de realizar, ou fruto de nosso
desconhecimento das realidades da vida. Matamos nossos sonhos porque temos medo de combater o Bom Combate.
O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de
tempo. As pessoas mais ocupadas que conheci na minha vida sempre tinham
tempo para tudo. As que nada faziam estavam sempre cansadas, não davam conta do pouco trabalho que precisavam realizar, e se queixavam de que o dia era curto demais: na verdade, elas tinham medo de combater o Bom Combate.
O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas.
Porque não queremos aceitar a vida como uma grande aventura a ser vivida,
passamos a nos julgar sábios, justos e corretos no pouco que pedimos da
existência.
Finalmente, o terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A
vida passa a ser uma tarde de Domingo, sem nos pedir grandes coisas, e sem
exigir mais do que queremos dar. Achamos então que estamos maduros, deixamos de lado as fantasias da infância, e conseguimos nossa realização pessoal e profissional. Mas na verdade, no íntimo de nosso coração, sabemos que o que aconteceu foi que renunciamos à luta por nossos sonhos, a combater o Bom Combate.
" Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz, temos um
pequeno período de tranqüilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer
dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos.
"Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente
passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e as
psicoses. O que queríamos evitar no combate - a decepção e a derrota - passa
a ser o único legado de nossa covardia. E um belo dia, os sonhos mortos e
apodrecidos tornam o ar difícil de respirar e passamos a desejar a morte,
que nos livra de nossas certezas, de nossas ocupações, e daquela terrível
paz das tardes de domingo."
Só uma coisa torna um sonho impossível: o medo de fracassar.
Trecho retirado do livro " Diário de um mago " de Paulo Coelho.
a comida é o alimento do corpo. Muitas vezes, em nossa existência, vemos
nossos sonhos desfeitos e nossos desejos frustrados, mas é preciso continuar
sonhando, senão nossa alma morre. .
O Bom Combate é aquele que é travado porque o nosso coração pede.
O Bom Combate é aquele que é travado em nome de nossos sonhos. Quando
eles explodem em nós com todo o seu vigor - na juventude - nós temos muita
coragem, mas ainda não aprendemos a lutar.
Depois de muito esforço, terminamos aprendendo a lutar, e então já não
temos a mesma coragem para combater. Por causa disto, nos voltamos contra
nós e combatemos a nós mesmos, e passamos a ser nosso pior inimigo. Dizemos que nossos sonhos eram infantis, difíceis de realizar, ou fruto de nosso
desconhecimento das realidades da vida. Matamos nossos sonhos porque temos medo de combater o Bom Combate.
O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de
tempo. As pessoas mais ocupadas que conheci na minha vida sempre tinham
tempo para tudo. As que nada faziam estavam sempre cansadas, não davam conta do pouco trabalho que precisavam realizar, e se queixavam de que o dia era curto demais: na verdade, elas tinham medo de combater o Bom Combate.
O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas.
Porque não queremos aceitar a vida como uma grande aventura a ser vivida,
passamos a nos julgar sábios, justos e corretos no pouco que pedimos da
existência.
Finalmente, o terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A
vida passa a ser uma tarde de Domingo, sem nos pedir grandes coisas, e sem
exigir mais do que queremos dar. Achamos então que estamos maduros, deixamos de lado as fantasias da infância, e conseguimos nossa realização pessoal e profissional. Mas na verdade, no íntimo de nosso coração, sabemos que o que aconteceu foi que renunciamos à luta por nossos sonhos, a combater o Bom Combate.
" Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz, temos um
pequeno período de tranqüilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer
dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos.
"Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente
passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e as
psicoses. O que queríamos evitar no combate - a decepção e a derrota - passa
a ser o único legado de nossa covardia. E um belo dia, os sonhos mortos e
apodrecidos tornam o ar difícil de respirar e passamos a desejar a morte,
que nos livra de nossas certezas, de nossas ocupações, e daquela terrível
paz das tardes de domingo."
Só uma coisa torna um sonho impossível: o medo de fracassar.
Trecho retirado do livro " Diário de um mago " de Paulo Coelho.
A meditação da Amorosa Mansidão
Se alguém me feriu ou me prejudicou conscientemente em pensamentos, palavras ou atos, eu o perdôo livremente.
E também peço perdão se feri ou prejudiquei alguém, consciente ou inconscientemente, pensamentos, palavras ou ações.
Que eu possa ser feliz...
Que eu possa estar em paz...
Que eu possa ser livre...
Que os meus amigos possam ser felizes...
Que os meus amigos possam ficar em paz...
Que os meus amigos possam ser livres...
Que os meus inimigos possam ser felizes...
Que os meus inimigos possam ficar em paz...
Que os meus inimigos possam ser livres...
Que todos os seres possam ser felizes...
Que todos os seres possam ficar em paz...
Que todas os seres possam ser livres...
A meditação da Amorosa Mansidão, foi extraída de: Chop Wood,
Carry Water,de Rick Fields.
E também peço perdão se feri ou prejudiquei alguém, consciente ou inconscientemente, pensamentos, palavras ou ações.
Que eu possa ser feliz...
Que eu possa estar em paz...
Que eu possa ser livre...
Que os meus amigos possam ser felizes...
Que os meus amigos possam ficar em paz...
Que os meus amigos possam ser livres...
Que os meus inimigos possam ser felizes...
Que os meus inimigos possam ficar em paz...
Que os meus inimigos possam ser livres...
Que todos os seres possam ser felizes...
Que todos os seres possam ficar em paz...
Que todas os seres possam ser livres...
A meditação da Amorosa Mansidão, foi extraída de: Chop Wood,
Carry Water,de Rick Fields.
Afinidade
Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras. é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir nem sentir contra...
Nem sentir para...
Nem sentir por....
Nem sentir pelo.
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida.
A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
É o mais independente também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavras. é receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Não é sentir nem sentir contra...
Nem sentir para...
Nem sentir por....
Nem sentir pelo.
Afinidade é sentir com.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar, ou, quando falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida.
Que seu caminhar...
“Que seu caminhar seja cheio de encantos,
para que possa fazer de seus sonhos,
algo real e que você se orgulhe.
Que seu caminhar seja sem obstáculos,
para que possa seguir confiante,
em busca de seus ideais.
Que seu caminhar seja firme,
na vontade e capacidade de conquistar
tudo que você deseje na vida e amigos verdadeiros.
Pois só os amigos agem em seu caminhar,
como pequenos anjos sempre companheiros,
protetores e eternos vigilantes.
Que em seu caminhar e também ,
em todos os momentos de sua vida
possa ter como companheira fiel,
a mais bela das conquistas.
A sua felicidade!”
para que possa fazer de seus sonhos,
algo real e que você se orgulhe.
Que seu caminhar seja sem obstáculos,
para que possa seguir confiante,
em busca de seus ideais.
Que seu caminhar seja firme,
na vontade e capacidade de conquistar
tudo que você deseje na vida e amigos verdadeiros.
Pois só os amigos agem em seu caminhar,
como pequenos anjos sempre companheiros,
protetores e eternos vigilantes.
Que em seu caminhar e também ,
em todos os momentos de sua vida
possa ter como companheira fiel,
a mais bela das conquistas.
A sua felicidade!”
Ser Transparente...
Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente?
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente...
Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as
armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde!
Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim:
manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas
atitudes, em falsos sentimentos.
Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de
nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado.
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar,
doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir,
num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de
mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está
me machucando... pode parar, por favor?".
Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro.
Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura!
Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencível.
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto que consigamos docemente viver... sentir, amar...
E que você seja não só razão, mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento.
Seja transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar.
(D.A)
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.
Mas ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que a gente sente...
Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as
armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar...
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde!
Mas infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco.
Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana.
Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo de nosso ser...
Preferimos nos perder numa busca insana por respostas imediatas à simplesmente nos entregar e admitir que não sabemos, que temos medo!
Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim:
manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção...
E assim, vamos nos afogando mais e mais em falsas palavras, em falsas
atitudes, em falsos sentimentos.
Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de
nós mesmos e já não sabemos onde está nossa brandura, nosso amor mais intenso e não-contaminado.
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar,
doçura, compaixão... a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós, imensamente tristes e choramos baixinho antes de dormir,
num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos... daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de
mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor revidar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: "você está
me machucando... pode parar, por favor?".
Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro.
Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor, tanta dor...
Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura!
Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencível.
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto que consigamos docemente viver... sentir, amar...
E que você seja não só razão, mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento.
Seja transparente, apesar de todo o risco que isso possa significar.
(D.A)
Haja o que houver...
Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:
Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.
Houve nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes nesta época.
Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola.
Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé...
Tomado de uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida). Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado.
Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição.
A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.
Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha.
O portão (que não mais existia);
Corredor ...
Olhava as paredes, aquele rostinho confiante.
Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar.
Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto.
Portão...
Corredor...
Virou a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala.
Nada!
Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe.
Olhava tudo desolado.
E continuava a ouvir sua promessa.
Haja o que houver, eu sempre estarei com você.
E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
Vá para casa.
Ao que ele retrucava:
Você vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida.
Haviam outros locais com mais esperança.
Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era :
Você vai me ajudar ?
Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...
Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo ?
Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios.
Ele retrucava :
Você vai me ajudar?
Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça.
Você vai me ajudar?
Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24, 30 horas.
Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
Pai ...estou aqui!
Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
Você esta bem?
Estou. Mas com sede , fome e muito medo.
Tem mais alguém com você?
Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares.
Estamos todos bem. Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.
Pai , eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar.
Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora ...Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver...
Você estará me esperando!
(Esta história é verídica)
É bom sabermos também que haja o que houver DEUS sempre está ao nosso lado.
Pense nisso da próxima vez que você desanimar, por algum motivo...
Autor Desconhecido
Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.
Houve nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes nesta época.
Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola.
Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé...
Tomado de uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida). Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado.
Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição.
A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.
Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha.
O portão (que não mais existia);
Corredor ...
Olhava as paredes, aquele rostinho confiante.
Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar.
Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto.
Portão...
Corredor...
Virou a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala.
Nada!
Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe.
Olhava tudo desolado.
E continuava a ouvir sua promessa.
Haja o que houver, eu sempre estarei com você.
E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
Vá para casa.
Ao que ele retrucava:
Você vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida.
Haviam outros locais com mais esperança.
Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era :
Você vai me ajudar ?
Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...
Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo ?
Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios.
Ele retrucava :
Você vai me ajudar?
Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça.
Você vai me ajudar?
Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24, 30 horas.
Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
Pai ...estou aqui!
Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
Você esta bem?
Estou. Mas com sede , fome e muito medo.
Tem mais alguém com você?
Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares.
Estamos todos bem. Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.
Pai , eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar.
Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora ...Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
Não! Deixe eles saírem primeiro... Eu sei que haja o que houver...
Você estará me esperando!
(Esta história é verídica)
É bom sabermos também que haja o que houver DEUS sempre está ao nosso lado.
Pense nisso da próxima vez que você desanimar, por algum motivo...
Autor Desconhecido
A Aranha
Uma vez um homem estava sendo perseguido por vários malfeitores que queriam matá-lo. O homem, correndo, virou em um atalho que saía da estrada e entrava pelo meio do mato e, no desespero, elevou uma oração a Deus da seguinte maneira:
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos
venham do céu e tapem a entrada da trilha
para que os bandidos não me matem!!!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- "Vamos, entremos nesta trilha!"
- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..."
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
- "Deus Todo Poderoso fazei com que dois anjos
venham do céu e tapem a entrada da trilha
para que os bandidos não me matem!!!"
Nesse momento escutou que os homens se aproximavam da trilha onde ele se escondia e viu que na entrada da trilha apareceu uma minúscula aranha. A aranha começou a tecer uma teia na entrada da trilha. O homem se pôs a fazer outra oração cada vez mais angustiado:
- "Senhor, eu vos pedi anjos, não uma aranha."
- "Senhor, por favor, com tua mão poderosa coloca um muro forte na entrada desta trilha, para que os homens não possam entrar e me matar..."
Abriu os olhos esperando ver um muro tapando a entrada e viu apenas a aranha tecendo a teia. Estavam os malfeitores entrando na trilha, na qual ele se encontrava esperando apenas a morte. Quando passaram em frente da trilha o homem escutou:
- "Vamos, entremos nesta trilha!"
- "Não, não está vendo que tem até teia de aranha!? Nada entrou por aqui. Continuemos procurando nas próximas trilhas..."
Fé é crer no que não se vê, é perseverar diante do impossível. Às vezes pedimos muros para estarmos seguros, mas Deus pede que tenhamos confiança n'Ele para deixar que sua glória se manifeste e faça algo como uma teia, que nos dá a mesma proteção de uma muralha.
Era uma vez, um homem que só via e realçava o mal em tudo o que fazia. Um dia ele morreu e "partiu dessa para uma melhor". Só que do lado de lá havia um companheiro que não largava do seu pé, e o acompanhava o tempo todo. Era um verdadeiro "mala": egoísta, pessimista, mal-humorado, critiqueiro, mal-agradecido, e que só sentia-se bem quando estava mal.
O homem, não o suportando mais, foi a um anjo e implorou: "Por favor, livra-me da companhia daquele sujeito, eu já não agüento mais..."
O anjo, entre admirado e compadecido, respondeu:
"Mas não há nenhum companheiro. Aqui só existe um sistema de espelhismo, que faz com que cada um veja e conviva com o que formou de si mesmo. Depende somente de você libertar-se dele."
O homem, não o suportando mais, foi a um anjo e implorou: "Por favor, livra-me da companhia daquele sujeito, eu já não agüento mais..."
O anjo, entre admirado e compadecido, respondeu:
"Mas não há nenhum companheiro. Aqui só existe um sistema de espelhismo, que faz com que cada um veja e conviva com o que formou de si mesmo. Depende somente de você libertar-se dele."
Inveja
Você tem inveja do seu colega de trabalho? Você é daqueles que costuma vasculhar as folhas de pagamento dos colegas, na ânsia de descobrir injustiças cometidas pelo seu patrão?
Você sente inveja quando um colega é promovido? Ou quando recebe um pequeno aumento salarial? Acredita que você seja um injustiçado, que seu esforço não está sendo visto?
Então conheça a história de Álvaro, um desses funcionários insatisfeitos com seu patrão.
Ele trabalhava em uma empresa há 20 anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações.
Um belo dia, ele foi ao dono da empresa para fazer uma reclamação. Disse que trabalhava ali há 20 anos com toda dedicação, mas se sentia injustiçado. O Juca, que havia começado há apenas três anos, estava ganhando muito mais do que ele.
O patrão fingiu não ouvir e lhe pediu que fosse até a barraca de frutas da esquina. Ele estava pensando em oferecer frutas como sobremesa ao pessoal, após o almoço daquele dia, e queria que ele verificasse se na barraca havia abacaxi.
Álvaro não entendeu direito mas obedeceu. Voltando, muito rápido, informou que o moço da barraca tinha abacaxi.
Quando o dono da empresa lhe perguntou o preço ele disse que não havia perguntado. Como também não sabia responder se o rapaz tinha quantidade suficiente para atender todos os funcionários da empresa. Muito menos se ele tinha outra fruta para substituir o abacaxi, neste caso.
O patrão pediu a Álvaro que se sentasse em sua sala e chamou o Juca. Deu a ele a mesma missão que dera para Álvaro:
- Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Oito minutos depois, Juca voltou com a seguinte resposta: eles têm abacaxi e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal. Se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi está r$ 1,50 cada, a banana e o mamão a r$ 1,00 o quilo, o melão r$ 1,20 a unidade e a laranja r$ 20,00 o cento, já descascada.
Como falei que a compra seria em grande quantidade, ele dará um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou Juca. Voltou-se para Álvaro e perguntou:
- O que é mesmo que você estava querendo falar comigo antes?
Álvaro se levantou e se encaminhando para a porta, falou:
- Nada sério, patrão. Esqueça. Com sua licença.
Muitas vezes invejamos as posições alheias. Sem nos apercebermos que as pessoas estão onde estão e têm o que têm porque fizeram esforços para isso.
Invejamos os que têm muito dinheiro, esquecidos de que trabalharam para conseguir. Se foi herança, precisam dar muito duro para manter a mesma condição.
Invejamos os que se sobressaem nas artes, no esporte, na profissão. Esquecemos das horas intermináveis de ensaios para dominar a arte da dramatização, da música, da impostação de voz. Não nos recordamos dos treinamentos exaustivos de bailarinos, jogadores, nem das horas de lazer que foram usadas para estudos cansativos pelos que ocupam altos cargos nas empresas.
O melhor caminho não é a inveja. É a tomada de decisão por estabelecer um objetivo e persegui-lo, até alcançá-lo, se esforçando sem cessar.
Você sente inveja quando um colega é promovido? Ou quando recebe um pequeno aumento salarial? Acredita que você seja um injustiçado, que seu esforço não está sendo visto?
Então conheça a história de Álvaro, um desses funcionários insatisfeitos com seu patrão.
Ele trabalhava em uma empresa há 20 anos. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações.
Um belo dia, ele foi ao dono da empresa para fazer uma reclamação. Disse que trabalhava ali há 20 anos com toda dedicação, mas se sentia injustiçado. O Juca, que havia começado há apenas três anos, estava ganhando muito mais do que ele.
O patrão fingiu não ouvir e lhe pediu que fosse até a barraca de frutas da esquina. Ele estava pensando em oferecer frutas como sobremesa ao pessoal, após o almoço daquele dia, e queria que ele verificasse se na barraca havia abacaxi.
Álvaro não entendeu direito mas obedeceu. Voltando, muito rápido, informou que o moço da barraca tinha abacaxi.
Quando o dono da empresa lhe perguntou o preço ele disse que não havia perguntado. Como também não sabia responder se o rapaz tinha quantidade suficiente para atender todos os funcionários da empresa. Muito menos se ele tinha outra fruta para substituir o abacaxi, neste caso.
O patrão pediu a Álvaro que se sentasse em sua sala e chamou o Juca. Deu a ele a mesma missão que dera para Álvaro:
- Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi.
Oito minutos depois, Juca voltou com a seguinte resposta: eles têm abacaxi e em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal. Se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi está r$ 1,50 cada, a banana e o mamão a r$ 1,00 o quilo, o melão r$ 1,20 a unidade e a laranja r$ 20,00 o cento, já descascada.
Como falei que a compra seria em grande quantidade, ele dará um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou Juca. Voltou-se para Álvaro e perguntou:
- O que é mesmo que você estava querendo falar comigo antes?
Álvaro se levantou e se encaminhando para a porta, falou:
- Nada sério, patrão. Esqueça. Com sua licença.
Muitas vezes invejamos as posições alheias. Sem nos apercebermos que as pessoas estão onde estão e têm o que têm porque fizeram esforços para isso.
Invejamos os que têm muito dinheiro, esquecidos de que trabalharam para conseguir. Se foi herança, precisam dar muito duro para manter a mesma condição.
Invejamos os que se sobressaem nas artes, no esporte, na profissão. Esquecemos das horas intermináveis de ensaios para dominar a arte da dramatização, da música, da impostação de voz. Não nos recordamos dos treinamentos exaustivos de bailarinos, jogadores, nem das horas de lazer que foram usadas para estudos cansativos pelos que ocupam altos cargos nas empresas.
O melhor caminho não é a inveja. É a tomada de decisão por estabelecer um objetivo e persegui-lo, até alcançá-lo, se esforçando sem cessar.
Se você não pode ser um pinheiro...
Se você não pode ser um pinheiro no topo da colina
seja um arbusto no vale;
Mas seja o melhor arbusto à margem do regato.
Seja um ramo se não puder ser tronco...
Se não pode ser árvore, seja um pouco de relva...
E dê alegria aos que passam no caminho...
Se não puder ser almíscar, seja então uma tília;
Mas a tília mais viva do lago!
Não podemos ser todos capitães; temos de ser tripulação.
Há algum lugar para todos nós aqui.
Há grandes obras e outras pequenas a realizar...
Sempre há uma tarefa que devemos empreender.
Se não puder ser uma estrada real, seja uma vereda.
Se não puder ser o sol, seja uma pequena estrela...
Não é pelo tamanho que se ganha ou que se perde...
-Seja o melhor possível, aquilo que você quer que seja!
(Douglas Maloch)
seja um arbusto no vale;
Mas seja o melhor arbusto à margem do regato.
Seja um ramo se não puder ser tronco...
Se não pode ser árvore, seja um pouco de relva...
E dê alegria aos que passam no caminho...
Se não puder ser almíscar, seja então uma tília;
Mas a tília mais viva do lago!
Não podemos ser todos capitães; temos de ser tripulação.
Há algum lugar para todos nós aqui.
Há grandes obras e outras pequenas a realizar...
Sempre há uma tarefa que devemos empreender.
Se não puder ser uma estrada real, seja uma vereda.
Se não puder ser o sol, seja uma pequena estrela...
Não é pelo tamanho que se ganha ou que se perde...
-Seja o melhor possível, aquilo que você quer que seja!
(Douglas Maloch)
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Erro coletivo
É comum ouvir alguém reclamar a respeito da presença de uma pessoa complicada em sua vida.
Pode ser algum parente, vizinho ou colega de trabalho.
Em geral, está presente o raciocínio de que a vida seria boa sem os problemas trazidos por aquela pessoa.
Por vezes, há até alguma indignação com quem tem dificuldades físicas ou psíquicas.
Quem é convocado ao auxílio e à compreensão não raro se sente indignado.
Entretanto, urge refletir que a Lei Divina é perfeita.
Ela estabelece a felicidade e o equilíbrio como naturais resultados da observação de seus preceitos.
Por outro lado, toda violação dos estatutos cósmicos enseja problemas.
Contudo, o erro raramente é individual.
O defraudamento dos deveres de honestidade, pureza e respeito ao semelhante costuma surgir de um contexto complexo.
Quando alguém comete desatinos, de ordinário tal se dá sob o influxo de vários envolvidos.
Esses podem ser os pais, que não cumpriram a contento seu dever de educação.
Deixaram-se levar por múltiplos afazeres e não deram ao filho a atenção e as orientações necessárias.
Ou então, foram amigos que incentivaram ao vício.
Quem sabe, irmãos ou outros parentes que deram maus exemplos.
Talvez, um namorado ou namorada que fez falsas promessas e gerou grande dor moral.
O certo é que poucas vezes alguém erra sozinho, sem a influência de terceiros.
Ocorre que é da lei que quem cai junto se reerga em conjunto.
Os partícipes do erro são naturalmente convocados a auxiliar no reajuste.
Conforme o grau de sua participação na derrocada moral, devem colaborar no soerguimento.
Assim, a presença de alguém complicado em sua vida não é uma injustiça e nem fruto do acaso.
Justamente por isso, não procure saídas fáceis ou desonrosas.
Libertar-se de uma situação constringente não é o mesmo que fugir dela.
A Lei Divina é perfeita e ninguém consegue ludibriá-la.
A atitude de fuga apenas denota rebeldia e complica a situação do devedor.
Para se libertar de semelhante conjuntura adversa, somente mediante o exercício da fraternidade.
Faça o seu melhor no auxílio aos que o rodeiam.
Ampare física e moralmente os que se apresentam frágeis e viciados, do corpo e da alma.
Saiba que a paz em sua vida será o resultado natural da consciência tranquila pelo dever bem cumprido.
E, principalmente, cuide para não induzir ninguém a trilhar caminhos indignos.
Preste atenção no que diz e faz, a fim de não ser partícipe de atos torpes.
Muitos testemunham seus atos e palavras e podem ser influenciados por eles.
Mesmo sem desejar, você pode assumir graves responsabilidades e complicar seu futuro.
Pense nisso.
Autor:
Redação do Momento Espírita.
É comum ouvir alguém reclamar a respeito da presença de uma pessoa complicada em sua vida.
Pode ser algum parente, vizinho ou colega de trabalho.
Em geral, está presente o raciocínio de que a vida seria boa sem os problemas trazidos por aquela pessoa.
Por vezes, há até alguma indignação com quem tem dificuldades físicas ou psíquicas.
Quem é convocado ao auxílio e à compreensão não raro se sente indignado.
Entretanto, urge refletir que a Lei Divina é perfeita.
Ela estabelece a felicidade e o equilíbrio como naturais resultados da observação de seus preceitos.
Por outro lado, toda violação dos estatutos cósmicos enseja problemas.
Contudo, o erro raramente é individual.
O defraudamento dos deveres de honestidade, pureza e respeito ao semelhante costuma surgir de um contexto complexo.
Quando alguém comete desatinos, de ordinário tal se dá sob o influxo de vários envolvidos.
Esses podem ser os pais, que não cumpriram a contento seu dever de educação.
Deixaram-se levar por múltiplos afazeres e não deram ao filho a atenção e as orientações necessárias.
Ou então, foram amigos que incentivaram ao vício.
Quem sabe, irmãos ou outros parentes que deram maus exemplos.
Talvez, um namorado ou namorada que fez falsas promessas e gerou grande dor moral.
O certo é que poucas vezes alguém erra sozinho, sem a influência de terceiros.
Ocorre que é da lei que quem cai junto se reerga em conjunto.
Os partícipes do erro são naturalmente convocados a auxiliar no reajuste.
Conforme o grau de sua participação na derrocada moral, devem colaborar no soerguimento.
Assim, a presença de alguém complicado em sua vida não é uma injustiça e nem fruto do acaso.
Justamente por isso, não procure saídas fáceis ou desonrosas.
Libertar-se de uma situação constringente não é o mesmo que fugir dela.
A Lei Divina é perfeita e ninguém consegue ludibriá-la.
A atitude de fuga apenas denota rebeldia e complica a situação do devedor.
Para se libertar de semelhante conjuntura adversa, somente mediante o exercício da fraternidade.
Faça o seu melhor no auxílio aos que o rodeiam.
Ampare física e moralmente os que se apresentam frágeis e viciados, do corpo e da alma.
Saiba que a paz em sua vida será o resultado natural da consciência tranquila pelo dever bem cumprido.
E, principalmente, cuide para não induzir ninguém a trilhar caminhos indignos.
Preste atenção no que diz e faz, a fim de não ser partícipe de atos torpes.
Muitos testemunham seus atos e palavras e podem ser influenciados por eles.
Mesmo sem desejar, você pode assumir graves responsabilidades e complicar seu futuro.
Pense nisso.
Autor:
Redação do Momento Espírita.
A Arte de cultivar virtudes
A arte de cultivar virtudes
Um avô e seu neto caminhando pelo quintal, ora se agachando aqui, ora ali, em animada conversação, não é cena muito comum nos dias atuais.
O garoto, de 4 anos de idade, aprendia a cultivar e a cuidar das plantas com o exemplo do seu avô, que tinha tempo para o netinho, sempre que este o visitava.
Era por isso que o pequeno Nícolas acariciava as mudinhas que havia plantado e dizia: Quem planta colhe, né, vovô?
Mas o avô não é habilidoso apenas no cultivo de plantas, é hábil também na arte de cultivar virtudes.
Entre uma conversa e outra, entre a carícia numa flor e uma erva daninha que arrancava, ele ia cultivando virtudes naquele coração infantil.
Ia ensinando que, para obter frutos saborosos e flores perfumadas, é preciso cuidado, dedicação, atenção e conhecimento.
E que, acima de tudo, é preciso semear, pois sem semeadura não há colheita.
O cuidado do pequeno Nícolas pelas plantas era fruto do ensinamento que recebeu desde pequenino, pois nem sempre foi assim.
Quando começou a engatinhar, suas mãozinhas eram ligeiras para arrancar tudo o que via pela frente, como qualquer bebê que quer conhecer o mundo pela raiz...
E, se não tivesse por perto alguém que lhe ensinasse a respeitar a natureza, talvez até hoje seu comportamento fosse o mesmo, como muitas crianças da sua idade ou até maiores.
Importante observar que as melhores e mais sólidas lições as crianças aprendem no dia-a-dia, com os exemplos que observam nos adultos.
É mais pela observação dos atos do que pelos conselhos, que os pequenos vão formando seus caracteres.
Se a criança cresce em meio ao desleixo, ao descuido, às mentiras, ao desrespeito, vendo os adultos se agredindo mutuamente, ela aprenderá essas lições.
Assim, se temos a intenção de passar nobres ensinamentos a alguém, se faz necessário que prestemos muita atenção ao nosso modo de vida, às nossas ações diárias.
Como todo bom jardineiro, os educadores devem ser bons cultivadores de valores e virtudes.
Devem observar com cuidado as tendências dos filhos e procurar semear na alma infantil, as sementes das virtudes.
Ao mesmo tempo devem preservá-la das ervas-daninhas, das pragas, da seca e das enchentes. Sem esquecer jamais o adubo do amor.
A alma da criança que cresce sem esses cuidados básicos, por parte dos adultos, geralmente se torna campo tomado pelas ervas más dos vícios de toda ordem.
E, de todas as ervas más, as mais perigosas são o orgulho e o egoísmo, pois são as que dão origem às demais.
Por isso a importância dos cuidados desde cedo. E para se ter êxito nessa missão de jardineiro de almas, é preciso atenção, dedicação, persistência, determinação.
O campo espiritual exige sempre o empenho do amor do jardineiro para que possa produzir bons resultados.
E o empenho do amor muitas vezes exige alta dose de renúncia e de coragem. Coragem de renunciar aos próprios vícios para dar exemplos dignos de serem seguidos.
Os jardins da alma infantil são férteis e receptivos aos ensinamentos que percebem nas ações dos adultos.
Por essa razão, vale a pena dedicar tempo no cultivo das virtudes, antes que as sementes de ervas-daninhas sejam ali jogadas, nasçam e abafem a boa semente.
* * *
Para que você seja um bom cultivador de almas, é preciso que tenha, na sua sementeira interior, as mudinhas das virtudes.
Somente quem possui pode oferecer. Somente quem planta pode colher.
Pense nisso, e seja um cultivador de virtudes.
Autor:
Redação do Momento Espírita
Um avô e seu neto caminhando pelo quintal, ora se agachando aqui, ora ali, em animada conversação, não é cena muito comum nos dias atuais.
O garoto, de 4 anos de idade, aprendia a cultivar e a cuidar das plantas com o exemplo do seu avô, que tinha tempo para o netinho, sempre que este o visitava.
Era por isso que o pequeno Nícolas acariciava as mudinhas que havia plantado e dizia: Quem planta colhe, né, vovô?
Mas o avô não é habilidoso apenas no cultivo de plantas, é hábil também na arte de cultivar virtudes.
Entre uma conversa e outra, entre a carícia numa flor e uma erva daninha que arrancava, ele ia cultivando virtudes naquele coração infantil.
Ia ensinando que, para obter frutos saborosos e flores perfumadas, é preciso cuidado, dedicação, atenção e conhecimento.
E que, acima de tudo, é preciso semear, pois sem semeadura não há colheita.
O cuidado do pequeno Nícolas pelas plantas era fruto do ensinamento que recebeu desde pequenino, pois nem sempre foi assim.
Quando começou a engatinhar, suas mãozinhas eram ligeiras para arrancar tudo o que via pela frente, como qualquer bebê que quer conhecer o mundo pela raiz...
E, se não tivesse por perto alguém que lhe ensinasse a respeitar a natureza, talvez até hoje seu comportamento fosse o mesmo, como muitas crianças da sua idade ou até maiores.
Importante observar que as melhores e mais sólidas lições as crianças aprendem no dia-a-dia, com os exemplos que observam nos adultos.
É mais pela observação dos atos do que pelos conselhos, que os pequenos vão formando seus caracteres.
Se a criança cresce em meio ao desleixo, ao descuido, às mentiras, ao desrespeito, vendo os adultos se agredindo mutuamente, ela aprenderá essas lições.
Assim, se temos a intenção de passar nobres ensinamentos a alguém, se faz necessário que prestemos muita atenção ao nosso modo de vida, às nossas ações diárias.
Como todo bom jardineiro, os educadores devem ser bons cultivadores de valores e virtudes.
Devem observar com cuidado as tendências dos filhos e procurar semear na alma infantil, as sementes das virtudes.
Ao mesmo tempo devem preservá-la das ervas-daninhas, das pragas, da seca e das enchentes. Sem esquecer jamais o adubo do amor.
A alma da criança que cresce sem esses cuidados básicos, por parte dos adultos, geralmente se torna campo tomado pelas ervas más dos vícios de toda ordem.
E, de todas as ervas más, as mais perigosas são o orgulho e o egoísmo, pois são as que dão origem às demais.
Por isso a importância dos cuidados desde cedo. E para se ter êxito nessa missão de jardineiro de almas, é preciso atenção, dedicação, persistência, determinação.
O campo espiritual exige sempre o empenho do amor do jardineiro para que possa produzir bons resultados.
E o empenho do amor muitas vezes exige alta dose de renúncia e de coragem. Coragem de renunciar aos próprios vícios para dar exemplos dignos de serem seguidos.
Os jardins da alma infantil são férteis e receptivos aos ensinamentos que percebem nas ações dos adultos.
Por essa razão, vale a pena dedicar tempo no cultivo das virtudes, antes que as sementes de ervas-daninhas sejam ali jogadas, nasçam e abafem a boa semente.
* * *
Para que você seja um bom cultivador de almas, é preciso que tenha, na sua sementeira interior, as mudinhas das virtudes.
Somente quem possui pode oferecer. Somente quem planta pode colher.
Pense nisso, e seja um cultivador de virtudes.
Autor:
Redação do Momento Espírita
Morte Silenciosa
Morte silenciosa
Todos os dias, enquanto nos hospitais e clínicas particulares, inúmeros médicos e enfermeiros lutam pela vida dos seus pacientes, muitas outras vidas são destroçadas.
E suas mortes não constam das manchetes retumbantes, nem nos noticiários da televisão. Passam anônimas.
Na verdade, poucos são os que se dão conta de que elas ocorrem. Falamos dos seres que não chegaram a nascer. Suas vidas são ceifadas como se arranca dos canteiros a erva daninha.
Bocas são silenciadas antes de se abrirem para o primeiro gemido. Mãos que poderiam acariciar, braços que se preparavam para as trocas dos carinhos foram simplesmente destruídos.
Pernas e pés que ainda não se firmaram para andar, correr, saltar, não o farão jamais.
São embriões e fetos, seres vivos, todos os dias jogados à vala da indiferença.
Sim. São muitos os motivos que levam alguém a abortar o fruto das suas entranhas. Desespero, aflição, ignorância, comodismo, problemas financeiros e familiares, entre outros.
Nada que o justifique, prosseguindo a ser crime perante a Lei Divina que, desde os dias do Decálogo, prescreve não matar.
Percebemos que, enquanto crescem os movimentos ecológicos, de alerta ao respeito pela natureza, à Terra em que vivemos; enquanto os grupos de apoio à fauna e à flora se multiplicam, poucos são os que se erguem para falar em nome desses pequenos seres que têm seus corpos destruídos, antes de virem à luz.
E são seres humanos, com a única diferença de não possuírem ainda um documento de cidadania.
Quando deixaremos de ser tão insensíveis aos problemas alheios e nos envolveremos, batalhando pela vida?
Quantos de nós sabemos das intenções de abortamento de uma amiga, uma colega de trabalho, parente ou familiar e nada fazemos, com a desculpa de que cada qual é dono de sua própria vida?
Para quem sabe e não esclarece, nada faz por evitar o crime, há também culpa por omissão.
Quanta vez a criatura que se decide pelo abortamento, o faz porque não encontrou em seu caminho uma mão que lhe detivesse a tentativa, uma voz que lhe falasse acerca da vida em geração em seu ventre, como um filho de Deus!
Sempre se constituirá em infanticídio o aborto delituoso.
Um covarde processo de que se utilizam uns tantos para fugir à responsabilidade, incorrendo em grave falta.
Se puderes, luta pela vida desses pequeninos! Se, eventualmente, já cometeste o abortamento alguma vez, volta-te para esses outros pequenos que vivem na terra, ao abandono e ampara a um deles.
Doa do teu amor, porque bem poderá acontecer que Deus, em Sua infinita misericórdia, dessa forma te permitirá reencontrar o Espírito que te estava destinado para filho do coração.
* * *
Mesmo quando aceito e tornado legal nos estatutos humanos, o abortamento fere violentamente as Leis Divinas, continuando a ser crime para quem o pratica ou para quem a ele se submete.
O único tipo de abortamento permitido pela Lei Divina é o terapêutico. Isto quer dizer, sacrificar-se o bebê para salvar a vida da mãe.
Autor:
Redação do Momento Espírita.
Todos os dias, enquanto nos hospitais e clínicas particulares, inúmeros médicos e enfermeiros lutam pela vida dos seus pacientes, muitas outras vidas são destroçadas.
E suas mortes não constam das manchetes retumbantes, nem nos noticiários da televisão. Passam anônimas.
Na verdade, poucos são os que se dão conta de que elas ocorrem. Falamos dos seres que não chegaram a nascer. Suas vidas são ceifadas como se arranca dos canteiros a erva daninha.
Bocas são silenciadas antes de se abrirem para o primeiro gemido. Mãos que poderiam acariciar, braços que se preparavam para as trocas dos carinhos foram simplesmente destruídos.
Pernas e pés que ainda não se firmaram para andar, correr, saltar, não o farão jamais.
São embriões e fetos, seres vivos, todos os dias jogados à vala da indiferença.
Sim. São muitos os motivos que levam alguém a abortar o fruto das suas entranhas. Desespero, aflição, ignorância, comodismo, problemas financeiros e familiares, entre outros.
Nada que o justifique, prosseguindo a ser crime perante a Lei Divina que, desde os dias do Decálogo, prescreve não matar.
Percebemos que, enquanto crescem os movimentos ecológicos, de alerta ao respeito pela natureza, à Terra em que vivemos; enquanto os grupos de apoio à fauna e à flora se multiplicam, poucos são os que se erguem para falar em nome desses pequenos seres que têm seus corpos destruídos, antes de virem à luz.
E são seres humanos, com a única diferença de não possuírem ainda um documento de cidadania.
Quando deixaremos de ser tão insensíveis aos problemas alheios e nos envolveremos, batalhando pela vida?
Quantos de nós sabemos das intenções de abortamento de uma amiga, uma colega de trabalho, parente ou familiar e nada fazemos, com a desculpa de que cada qual é dono de sua própria vida?
Para quem sabe e não esclarece, nada faz por evitar o crime, há também culpa por omissão.
Quanta vez a criatura que se decide pelo abortamento, o faz porque não encontrou em seu caminho uma mão que lhe detivesse a tentativa, uma voz que lhe falasse acerca da vida em geração em seu ventre, como um filho de Deus!
Sempre se constituirá em infanticídio o aborto delituoso.
Um covarde processo de que se utilizam uns tantos para fugir à responsabilidade, incorrendo em grave falta.
Se puderes, luta pela vida desses pequeninos! Se, eventualmente, já cometeste o abortamento alguma vez, volta-te para esses outros pequenos que vivem na terra, ao abandono e ampara a um deles.
Doa do teu amor, porque bem poderá acontecer que Deus, em Sua infinita misericórdia, dessa forma te permitirá reencontrar o Espírito que te estava destinado para filho do coração.
* * *
Mesmo quando aceito e tornado legal nos estatutos humanos, o abortamento fere violentamente as Leis Divinas, continuando a ser crime para quem o pratica ou para quem a ele se submete.
O único tipo de abortamento permitido pela Lei Divina é o terapêutico. Isto quer dizer, sacrificar-se o bebê para salvar a vida da mãe.
Autor:
Redação do Momento Espírita.
COMO ORAR CORRETAMENTE?
(Da tradição Sufi)
Nasrudin, precisava do seu burrinho, para algumas tarefas, mas o havia emprestado.
Não seria possível cumprir a sua tarefa, sem o seu prestimoso animal. Desanimado, lembrou-se de pedir a Deus uma solução, e começou a orar, para que lhe viesse um burrico. Foi caminhando e rezando.
No meio de uma trilha se depara com um homem de semblante severo, com dois burrinhos: montado num deles e puxando o outro, menor, por uma corda.
Nasrudin se acercou do viajante e esse lhe afirmou:
- Ó homem desocupado, estou trazendo um burrico de tão longe, estamos todos extenuados, e você pode pôr esse burrinho nas costas e o trazer conosco até a mais próxima vila.
Com uma adaga em punho lhe intimou: Depressa, homem! Ajeite-o nas suas costas, para chegarmos lá antes do anoitecer.
Nasrudin, temeroso, calou-se e obedeceu. E os quatro seguiram a sua jornada. Nasrudin ia atrás, trôpego. Depois de diversas horas chegaram a uma aldeia. Nasrudin, de tão cansado, quase não se agüentava em pé. O rude desconhecido nem agradeceu e pediu que Nasrudin voltasse.
Então, Nasrudin levantou os seus olhos para o céu e desabafou:
- Deus meu! Que lição acabei de aprender! Não basta pedir algo, vagamente, porém explicar como e qual a finalidade.
(Da tradição Sufi)
Nasrudin, precisava do seu burrinho, para algumas tarefas, mas o havia emprestado.
Não seria possível cumprir a sua tarefa, sem o seu prestimoso animal. Desanimado, lembrou-se de pedir a Deus uma solução, e começou a orar, para que lhe viesse um burrico. Foi caminhando e rezando.
No meio de uma trilha se depara com um homem de semblante severo, com dois burrinhos: montado num deles e puxando o outro, menor, por uma corda.
Nasrudin se acercou do viajante e esse lhe afirmou:
- Ó homem desocupado, estou trazendo um burrico de tão longe, estamos todos extenuados, e você pode pôr esse burrinho nas costas e o trazer conosco até a mais próxima vila.
Com uma adaga em punho lhe intimou: Depressa, homem! Ajeite-o nas suas costas, para chegarmos lá antes do anoitecer.
Nasrudin, temeroso, calou-se e obedeceu. E os quatro seguiram a sua jornada. Nasrudin ia atrás, trôpego. Depois de diversas horas chegaram a uma aldeia. Nasrudin, de tão cansado, quase não se agüentava em pé. O rude desconhecido nem agradeceu e pediu que Nasrudin voltasse.
Então, Nasrudin levantou os seus olhos para o céu e desabafou:
- Deus meu! Que lição acabei de aprender! Não basta pedir algo, vagamente, porém explicar como e qual a finalidade.
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